sábado

Resumo WRC Rally de Portugal 2011 - Dia 1

Aqui fica o resumo do primeiro dia do Rally de Portugal, com imagens a cargo do WRC.



JMLatvalaFan

4ª Galeria Fotográfica Rali de Portugal 2011 (Sexta - Feira, Dia 1)

Galeria de fotos da autoria de Pedro Cosme, de Sexta-Feira, Dia 1, no troço de Ourique. Para aceder à galeria clique aqui.

sexta-feira

Madeirenses Azarados

A 2ª etapa do Rali de Portugal, que teve 6 troços, foi complicada para os pilotos madeirenses presentes: Bernardo Sousa e João Silva. O primeiro, em Ford Fiesta WRC, rodou bastante rápido durante todo o dia, ocupando sempre lugares dentro do top 10, mas na última especial não evitou uma saída de estrada que o acabou por impedir de terminar.
Sousa ocupada na altura o 9º posto da geral, com hipóteses de ascender ao 8º devido a problemas de adversários. Não é sabido ainda se o mesmo e António Costa regressam amanhã à prova em Super-Ralis, esperemos nós que sim! Já João Silva, não começou o dia da melhor forma, pois os travões do Renault Clio R3 não queriam funcionar e fizeram com que o piloto assistido pela ARC Sport perdesse imenso tempo na luta pelos melhores lugares das duas rodas motrizes. Ainda assim conseguiu terminar este segundo dia de competição na sexagésima segunda posição da geral. Amanhã há mais prova, os concorrentes vão cumprir mais 6 troços de classificação.

Jari Matti Latvala lidera Rally de Portugal

Jari Matti Latvala é o líder do primeiro dia no Rally de Portugal, terceira prova pontuável para o campeonato do mundo de ralis. Ao volante do seu Ford Fiesta RS WRC, o finlandês aparece também como o melhor classificado da Abu Dhabi World Rally Team, ao vencer três (SS5 Santa Clara 2, SS6 Ourique 2 e SS7 Felizes 2) das seis especiais do dia, deixando o seu companheiro de equipa Mikko Hirvonen na segunda posição do rali português, a cerca de 11.5s.
A Ford entra assim em grande neste Rally de Portugal, no primeiro dia em terras algarvias, Latvala lidera e Mikko aparece na segunda posição.
Sebastien Loeb não venceu qualquer classificativa no dia de hoje, tendo acabado este primeiro dia a 13.7s do líder, com o terceiro lugar à geral. O primeiro piloto oficial da Citroen Total WRT, ao volante do seu Citroen DS3 WRC manteve um ritmo elevado, e ainda conseguiu fazer o mesmo tempo que o seu companheiro de equipa Sebastien Ogier na SS3 Ourique 1, mas ao que tudo indica abrandou um pouco na última classificativa para não partir na frente amanhã.
Sebastien Ogier começou o dia na quarta posição a pouco menos de três segundos para o primeiro líder do rali, Mikko Hirvonen, vencedor da super especial  realizada bem no coração de  Lisboa, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, mas um andamento forte e decidido trouxe a bonança ao piloto gaulês, após vencer duas classificativas consecutivas (SS3 Ourique 1 e SS4 Felizes 1) com o seu Citroen DS3 WRC, garantindo-lhe assim a liderança do rali, mas a última classificativa do dia voltou a relegar Sebastien Ogier para a posição com que havia começado o dia, o quarto lugar à geral tendo cumprido mais 18.5
s que Latvala na SS7 Felizes 2, eventualmente o gaules seguiu a estratégia de Loeb e tentou perder algum tempo para assim no dia de amanhã encontrar os pisos limpos e em perfeitas condições para atacar a liderança do rali. 
 Na quinta posição aparece Henning Solberg, ao volante do seu Ford Fiesta RS WRC laranja da M-Sport Stobart Ford World Rally Team. O piloto norueguês encontra-se já a mais de dois minutos do líder, e tem Matthew Wilson, na sexta posição a 4.7s, o que avizinha uma luta interessante para o dia de amanhã entre os dois Ford.
Armindo Araújo tem feito um rali muito bom neste seu primeiro rali ao volante do MINI John Cooper Works.  O bicampeão do PWRC aparece classificado como o melhor piloto português e com a sétima posição à geral. O português tem andado muito bem, mesmo com o carro com poucos quilómetros de testes, tem conseguido impor um ritmo forte e consistente, e tem ainda aproveitado os erros e os azares de outros pilotos para ir subindo degraus na classificação geral.  O piloto natural de Santo Tirso, navegado por Miguel Ramalho encontra-se já a mais de três minutos do líder, mas tem já quase 50s de vantagem sobre o oitavo classificado, FedericoVillagra em Ford Fiesta RS WRC.
 Kimi Raikkonen, ao volante do Citroen DS3 WRC da equipa ICE ONE Racing, aparece na nona posição, ele que sofreu um furo que o fez perder bastante tempo, estando a mais de quatro minutos e meio do líder, mas a apenas 1.2s do argentino Villagra.
A fechar o top ten aparece o piloto da Team Abu Dhabi, Khalid Al-Qassimi ao volante do Ford Fiesta RS WRC, encontrando-se a apenas 2.1s do finlandês Raikkonen.
Bruno Magalhães ao volante do seu Peugeot 207 S2000 teve problemas com os seus travões na manhã de hoje, mas os problemas foram resolvidos e o piloto acabou por recuperar tempo, tendo acabado este primeiro dia em décimo quinto à geral, a mais de oito minutos de Latvala, sendo o segundo melhor português.
Ricardo Moura está a fazer um rali brilhante, e aparece classificado como o terceiro melhor piloto português e décimo sexto à geral. O açoriano lidera ainda o Campeonato de Portugal de Ralis, e é ainda o segundo classificado no Campeonato do Mundo de Produção.
Bernardo Sousa vinha a fazer uma prova fantástica ao volante do seu Ford Fiesta RS WRC, mas quando ocupava o nono lugar à geral acabou por na derradeira classificativa ainda na parte inicial sair de estrada, não se conhecendo ainda a gravidade dos danos para saber se poderá eventualmente voltar ao rali amanhã em Super-Rally.
Petter Solberg, que venceu a primeira classificativa do dia de hoje (SS2 Santa Clara 1) acabou este primeiro dia do rali parado, o norueguês teve um dia de azar com os seus pneus tendo furado por três vezes. O piloto optou assim por parar, para não perder muito tempo para os primeiros, pois desta forma irá ser penalizado apenas com 5 minutos, quando já estava a perder nove, e amanhã poderá correr em Super-Rally.
Tempos Finais após SS7



Foto: WRC

Bernardo Sousa cumpre na estreia do WRC

Lisboa respondeu ao apelo, e muitos milhares de espectadores acorreram à Praça do Império, com o Mosteiro dos Jerónimos como pano de fundo, para a especial de abertura do Rally de Portugal.

Bernardo Sousa efectuou assim a sua estreia oficial aos comandos de um WRC, e apesar de nunca ter sequer rodado em ritmo competitivo em asfalto com este carro, acabou por cumprir os 3 quilómetros da classificativa em 2 minutos 58 segundos e 6 décimas, o que lhe permitiu sair de Lisboa no segundo lugar entre os concorrentes nacionais, e com a 11ª posição da classificação geral absoluta.

Esta super-especial contudo, representará muito pouco no cômputo geral da classificação do rali, sendo que as especiais decisivas começam apenas amanhã, com a caravana a rumar ao Algarve e Baixo Alentejo, onde se disputarão mais seis classificativas num total aproximado de 129 quilómetros que já começarão a delinear de forma mais evidente as diferenças de andamento entre as diversas equipas em prova.

Para o piloto madeirense, apoiado pela Quinta do Lorde, PT Negócios e Delta Q, “foi um prazer estar em Lisboa no regresso do rali, ver a adesão do público e a forma como nos apoiavam foi fantástico, e cumprimos na estrada com o que havia a fazer hoje, ou seja, não correr riscos, andar o mais rápido possível sem comprometer, e pensar já no dia de amanhã onde aí sim quero estar ao meu melhor nível.”

“Acabamos por ficar às portas do Top-Ten numa especial que ainda significa muito pouco em termos desportivos, e já só penso em começar amanhã bem cedo a somar mais quilómetros no Fiesta WRC, adaptar-me melhor ao que o carro exige do piloto. Pensar em resultados fica reservado para Domingo à tarde para a chegada ao Estádio Algarve, pois esse é o meu objectivo primordial. Se a isso pudermos acrescentar um bom resultado será um bónus muito bem-vindo mas não obrigatório.”

Foto: João Costa


quinta-feira

3ª Galeria Fotográfica Rali de Portugal 2011 (Shakedown)





Decorreu ontem o shakedown do Rali de Portugal, com as equipas a afinarem os últimos pormenores nas suas viaturas, ao longo do troço de Vale de Judeu. Sebastien Ogier foi o mais rápido. Aceda à galeria de Pedro Cosme (RallyMania) no seguinte LINK.

Carros de outros tempos deram espectáculo em Lisboa

A tarde competitiva na Praça do Império teve início com uma competição destinada a clássicos desportivos, modelos que encantaram outras gerações mas que mantêm bem viva a sua chama, encantando tudo e todos.

Nada menos do que 32 equipas corresponderam ao desafio lançado pelo Automóvel Club de Portugal, proporcionando um belo espectáculo aos milhares de espectadores que se começaram a concentrar no cenário único do Mosteiro dos Jerónimos.

Divididos em várias séries, os quatro mais rápidos no conjunto das diversas mangas acabaram por ser apurados para a final, prometendo um despique bem aceso para a vitória final. No entanto, a superioridade de Américo Antunes acabou por ser evidente, levando o seu Renault 5 Turbo de 1982 a um claro triunfo, com mais de quatro segundos de avanço sobre Gonçalo Figueiroa, num Ford Escort de 1979.

Os restantes finalistas não foram tão felizes, pois Aníbal Rolo acabou por ter problemas mecânicos no seu Renault 5 Turbo de 1982, que o levaram a desistir, e Carlos Neves, num Datsun 1200 de 1973 acabou por não alinhar, depois de ter partido o cárter na sua manga

Mikko Hirvonen vence super especial em Lisboa


Mikko Hirvonen foi o grande vencedor da super especial do Rally de Portugal realizada bem no coração de  Lisboa, junto ao Mosteiro dos Jerónimos com 3,27 Kms cronometrados.
Mikko, tripulando o seu Ford Fiesta RS WRC da Ford Abu Dhabi World Rally Team acabou por registar o tempo de 2.49,6s, garantindo assim a vitória, numa especial onde nada se ganha e tudo se pode perder, deixando o heptacampeão do mundo Sebastien Loeb ao volante do Citroen DS3 WRC a pouco mais de um segundo, tendo o francês registado o tempo final de 2.50,9s.
O norueguês Petter Solberg também em Citroen DS3 WRC acabaria por ficar com o terceiro tempo mais rápido, ficando a mais de dois segundos do líder, registando o tempo final de 2.51,7s deixando a posição numero quatro para o segundo piloto oficial do Citroen DS3 WRC, Sebastien Ogier, que venceu o Rally de Portugal do ano transacto, tendo como tempo oficial da super especial o registo de 2.52,5s.
Jari Matti Latvala  ao volante do Ford Fiesta RS WRC registou o tempo de 2.53,3s, ficando assim com o quinto tempo mais rápido, sendo o sexto tempo mais rápido para o argentino Federico Villagra tripulando um Ford Fiesta RS WRC da Munchi's Ford World Rally Team com o registo de 2.53,5s.
O sempre pouco simpático Kimi Raikkonen acabou por garantir a posição numero sete com 2.54,7s ao volante do Citroen DS3 WRC da equipa ICE ONE Racing, ficando o oitavo tempo mais rápido entregue ao jovem piloto britânico Matthew Wilson, no Ford Fiesta RS WRC da equipa M-Sport Stobart Ford World Rally Team registando o tempo de 2.55,8s. O nono tempo final ficou para Henning Solberg, também em  Ford Fiesta RS WRC da equipa M-Sport Stobart Ford World Rally Team, sendo que o 'irmão Solberg' mais velho ficou com o tempo de 2.56,1s.
Armindo Araújo teve uma boa estreia oficial deste seu MINI John Cooper Works e fechou o top ten classificando-se também como o melhor piloto português com o tempo de 2.57,6s, logo seguido do também português Bernardo Sousa, que conduziu pelas ruas de Lisboa o seu Ford Fiesta RS WRC de forma veloz, acabando por registar o tempo final de 2.58,6s e garantindo assim a decima primeira posição.
Bruno Magalhães, com o seu Peugeot 207 S2000, acabou por ficar com o décimo sétimo melhor tempo, perdendo mais de treze segundos para o líder da especial. Os restantes portugueses aparecem em posições mais atrasadas sendo Ricardo Moura ao volante do seu Mitsubishi Lancer Evo IX que o acompanha no campeonato nacional de ralis a registar o quarto melhor tempo português, classificando-se em vigésimo quarto, ficando duas posições à frente de João Silva, navegado pelo famalicense José Janela em Renault Clio R3, sendo que Eduardo veiga aparece na vigésima oitava posição ao volante de um Mitsubishi Lancer Evo VIII.
Mads Ostberg sofreu um enormíssimo revés, podendo mesmo ter comprometido o seu resultado final no Rally de Portugal, protagonizando um momento de susto nesta super especial de Lisboa, ao falhar a travagem por não ter os pneus quentes, acabou por embater numa barreira de betão colocada no circuito para protecção dos espectadores, com o lado frontal direito do seu Ford Fiesta RS WRC, onde acabou por danificar bastante a sua roda, quando tentava fazer o seu carro voltar a andar a roda partiu na zona da jante, sendo posteriormente projectada, acabando por saltar a rede de segurança atingindo alguns espectadores que sofreram algumas escoriações, sendo que um deles que sofreu um impacto maior acabou por ser transportado pelo INEM para o Hospital, ao que tudo indica por questões de segurança.

Confira em baixo todos os tempos desta primeira etapa a sério do Rally de Portugal. 
 
Tempos Finais - SS1 SSS Lisboa
 
Foto: wrc




2ª Galeria Fotográfica Rali de Portugal 2011 (Ambiente)



Depois de publicada uma pequena galeria do ambiente do Rali de Portugal, publicamos agora a galeria alargada, da autoria de Pedro Cosme, fotografias captadas na manhã de ontem. Veja a restante galeria Aqui

Paulo Neto na maior festa dos Ralis

Paulo Neto / Daniel Amaral vão estar presentes no Vodafone Rali de Portugal, a maior prova de estrada do automobilismo português e mundial, num evento que gera sempre grande entusiasmo por parte de adeptos e comunicação social.
Depois da estreia no Rali Torrié com o novo Citroen DS3 R3T, Paulo Neto / Daniel Amaral enfrentam agora um dos maiores desafios de toda a temporada, com a disputa do Vodafone Rali de Portugal.
"É a terceira fez que vou disputar esta prova, tendo a vantagem de já conhecer os troços que se têm mantido quase os mesmos" afirma Paulo Neto, mas adianta que "essa será uma vantagem reduzida, pois vamos estrear o novo DS3 na terra sem praticamente termos testado o carro neste tipo de piso. Por isso, os primeiros troços vão servir para me adaptar ao carro".
Numa prova tão mediática como esta, Paulo Neto diz que "é uma grande oportunidade para promover os nossos parceiros. Vamos ter a decorrer diversas acções com a equipa, nomeadamente na Super-especial em Lisboa. Penso que é excelente o Rali de Portugal vir a Lisboa, pois é uma garantia de grande visibilidade para quem investe nos ralis".
Quanto aos objectivos para esta prova, o piloto de Sintra quer acima de tudo "concluir o rali. Foi uma das seis provas que nomeei para pontuar no Campeonato de Portugal de Ralis e o facto de apenas seis pilotos poderem pontuar, só o facto de terminar a prova permitirá obter muitos pontos para essa competição. Vamos fazer um rali inteligente, não só para pontuar mas para ficarmos a conhecer melhor o carro mas também para pontenciarmos a imagem dos nossos parceiros".
A presença de Paulo Neto no CPR, CPR2 e no Citroen Racing Trophy, que tem a assistência técnica da P&B Racing, conta com os seguintes parceiros:
- VALADARES - Louça Sanitária
- SAINT GOBAIN - WEBER - argamassas industriais
- QUANTINFOR - Consultoria informática
- PROFILTEK- Divisórias de Duche
- VITARTE - Produção gráfica
- CARAS DECORAÇÃO
- DIRESCO - Superfícies de Quartzo
- RESTAURANTE "O AMARAL"
- CARLOS SIMÕES - Concessionário Citroen em Mafra
- BANHOAZIS - Mobiliário de Banho
- LISTOR - Pavimentos Flutuantes
- TRES - Torneiras
- PAULO NETO, LDA - Materiais de construção

Bernardo Sousa pronto para o desafio WRC

Bernardo Sousa e António Costa voltaram a tripular o Ford Fiesta WRC com que a partir de da tarde de hoje vão alinhar no Rally de Portugal, prova organizada pelo ACP, pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis da FIA e que terá o seu início no coração de Lisboa, mais propriamente na Praça do Império onde se realizará a Super-especial de abertura.
Nesta quarta-feira foi já realizada no Algarve, uma prova-teste que permitiu ao piloto madeirense, o seu segundo contacto aos comandos de um WRC, e que serviu igualmente para ultimar as últimas questões técnicas na viatura em conjunto com a sua equipa de assistência.
O piloto madeirense e actual Campeão Nacional de Ralis aguarda já com impaciência a contagem final para as classificativas propostas pela organização, e depois de ter comparado os seus tempos de hoje com as restantes equipas, Bernardo Sousa estava visivelmente satisfeito e com boas expectativas para a prova.
“Fizemos duas passagens rápidas, e da primeira para a segunda passagem baixamos o nosso tempo, e espero que este tipo de evolução se registe igualmente com o decorrer do rali. O WRC é totalmente novo para mim e tenho de mudar alguns hábitos de condução, e redobrar a concentração e as cautelas, pois as diferenças para o meu S2000 são muito grandes.”
Após estas duas passagens, Bernardo Sousa optou por passar ainda mais uma vez no traçado de Vale do Judeu, mas apenas para se certificar do acerto que havia sido feito na sua backet para melhorar a posição de condução, pois o teste estava já feito e era tempo de aguardar pelo tiro de partida em Lisboa.
“Não é tempo de correr riscos desnecessários, não tínhamos mais alterações a fazer a nível de afinações, e por vezes as situações precipitam-se, e neste momento só penso em partir para a prova, e à medida que formos cumprindo as classificativas, vamos poder aferir como estamos e como gerir o andamento sempre com o objectivo de terminar e de dar espectáculo para o público nacional. Fiquei contudo bastante satisfeito, pois tenho a perfeita noção de que posso tirar muito mais partido do carro, mas para isso tenho contabilizar mais quilómetros, para me adaptar mais e ganhar a confiança necessária para ser mais rápido, mas isso só a partir de Sexta-feira pois a especial de amanhã em Lisboa ainda não dará para tirar qualquer conclusão.”

Video Shakedown Rali de Portugal 2011




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Video Acidente Ken Block rali de Portugal 2011

Um violento acidente marca para já o Rali de Portugal, numa altura em que está apenas concluído o shakedown. Ken Block não evitou um violentíssimo despiste na mesma zona onde o checo Tarabus também destruiu um Punto S2000 há dois anos.

As últimas informações a que tivemos acessos indicam que tanto piloto como navegador não terão sofrido danos físicos graves. Veja as impressionantes imagens, captadas pelas objectivas do RallyMania.






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1ª Galeria Fotográfica Rali de Portugal 2011 (Ambiente)





Veja algumas fotografias do ambiente na assistência do Rali de Portugal, captadas esta manhã por Pedro Cosme. Veja a restante galeria AQUI.

quarta-feira

Competisport no Rali de Portugal

É já amanha que vai para a estrada mais uma edição do Rali de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis e ainda Campeonato de Portugal de Ralis, que estará a cargo da responsabilidade do ACP.

A prova Algarvia irá contar ainda com uma prova extra campeonato designada Rali de Portugal Open onde estará inserida a equipa Competisport, com a dupla Luís Mota e André Mota.
Para a dupla do Cartaxo a prova em pisos de terra marca o regresso ao competitivo Mitsubishi EVO IV que no Algarve irá apresentar uma nova decoração.

A equipa vai essencialmente com os objectivos de se divertir e claro dar espectáculo. “ Vamos aproveitar este rali ao máximo, dando sempre espectáculo ao muito público presente. O principal objectivo será mesmo chegar ao fim. Vamos impor o nosso habitual andamento e tentar terminar no melhor lugar possível, contando com o competitivo EVO IV que assim volta ao activo, depois de na época anterior nos ter ajudado na conquista de dois títulos”, salientou o piloto.

O Rali de Portugal Open vai para a estrada no Sábado de Manhã, onde as equipas irão fazer uma única passagem pelos troços de Almodôvar 1, Vascão 1 e Loulé.

Gil Antunes no Rali de Portugal Open

O piloto de Sintra Gil Antunes vai marcar presença na edição 2011 do Rali de Portugal, entre os concorrentes do Open.

Para o líder do Desafio ModelStand esta prova irá marca a sua estreia num 4x4, já que o piloto irá utilizar um Mitsubishi Lancer EVO VI da equipa Competisport, o mesmo com que Luís Mota venceu recentemente o Rali Coração de Ouro.

A seu lado estará outro piloto de Sintra, Alexandre Ramos, o habitual co-piloto de Luís Mota, que fará assim finalmente equipa com o piloto de Sintra.

Em termos de objectivos e como nos salientou o piloto “Vamos apenas para nos divertir. Vai ser a primeira vez que vou guiar um 4x4 em prova pelo que a adaptação não será tão fácil como a um carro de duas rodas motrizes. É uma prova onde não há nada para ganhar e o essencial é mesmo nós divertir, ter oportunidade de fazer um rali como este do Campeonato do Mundo e dar muito espectáculo a todo o público presente, que bem merece.

Além disso são três troços longos que poderão estar duros, pelo que não vamos entrar em loucuras, pois o objectivo é também de terminar o rali”.

Os concorrentes do Open vão arrancar apenas no Sábado, disputando os troços de Almodôvar 1, Vascão 1 e Loulé 1, totalizando 227 quilómetros dos quais 74 disputados em contra-relógio.

Villas Boas ao lado de Wilson

André Villas-Boas, responsável técnico do Futebol Clube do Porto, foi o “co-driver” convidado pelo Automóvel Club de Portugal para fazer o seu baptismo na competição automóvel no shakedown desta edição 2011 do Vodafone Rally de Portugal.
Depois de ter andado ao lado de Matthew Wilson no Ford Fiesta RS WRC da equipa M-Sport Stobart Ford World Rally Team, Villas-Boas começou por dizer que “senti-me sempre completamente seguro e o que mais admirei foi a relação piloto/máquina. Conheci sensações nunca vividas e fiquei verdadeiramente espantado não só com a potência do carro como com o poder de travagem.”
Neste seu baptismo fica o registo do "seu" piloto ter conseguido o oitavo tempo (3m 08,14s) no shakedown, tendo Villas-Boas ainda adiantado que “ficou-me o bichinho pelos automóveis. Caso seja convidado voltava a repetir já amanhã esta experiência”. E fazendo uma comparação com o futebol concluiu as suas palavras dizendo que “o estímulo é muito diferente”.

Sebastien Ogier regista melhor marca no Shakedown

O Piloto francês Sébastien Ogier registou a melhor marca no Shakedown do Rally de Portugal, na classificativa Vale do Judeu que servia de troço para as seis possíveis passagens pelo shakedown. Ogier conseguiu vencer o seu colega de equipa e também compatriota Sebastien Loeb por uma margem muito pequena, mostrando que os novos Citroen DS3 WRC se parecem adaptar muito bem aos pisos de terra depois da vitoria do heptacampeão do mundo Sebastien Loeb no Rally Guanajuato Mexico.
Ogier acabou por registar como seu melhor melhor tempo 3.08,5s, deixando Loeb e Latvala a uma distancia muito pequena.O heptacampeão do mundo Sebastien Loeb obteve um registo de 3.08,6s, enquanto que Jari-Matti Latvala, o primeiro Ford Fiesta RS WRC oficial, registou o terceiro melhor tempo do shakedown com 3.08,8s.
Na quarta posição aparece Petter Solberg registando o tempo de 3.09,2s, seguido por Mads Ostberg com 3.09,6s e Mikko Hirvonen que registou a marca de 3.10,8s tripulando o segundo Ford Fiesta RS WRC oficial.
O Norueguês Henning Solberg registou o tempo de 3.11,6s, garantindo assim o sétimo tempo com o seu Ford Fiesta RS WRC, sendo que Matthew Wilson em carro idêntico ficou com o oitavo tempo registando a marca de 3.14,8s. Já Kimi Raikkonen conseguiu chegar ao fim do shakedown (ironia!) conduzindo um Citroen DS3 WRC acabando por registar o tempo de 3.15,1s registando assim a nona marca à geral, e coube ao argentino Federico Villagra fechar o top ten com o seu melhor registo de 3:15,6s.
Ken Block que registou um dos momentos mais marcantes do shakedown ao capotar o Ford Fiesta RS WRC da Monster World Rally Team na quarta passagem pela classificativa, acabou por na terceira e ultima passagem completa que efectuou, registar a sua melhor marca de 3.16,7s garantindo assim o décimo primeiro lugar final deixando a posição numero doze para o piloto dos Emirados Árabes Unidos Khalid Al Qassimi com o tempo de 3:17,3s.
Armindo Araújo surge na decima terceira posição e aparece como o melhor piloto português, nesta estreia oficial do MINI Countryman, registando o tempo de 3.18,9s. Logo atrás na décima quarta posição aparece o madeirense Bernardo Sousa tripulando um Ford Fiesta WRC, registando como melhor tempo 3.20,5s. Bruno Magalhães ficou três posições atrás do madeirense com o seu Peugeot 207 S2000 registando o tempo final de 3.25,7s.

Consulte todos os tempos do shakedown no link abaixo.


Foto: wrc.com

Ken Block capotou no Shakedown

A dupla da Monster World Rally Team, Ken Block/Alex Gelsomino iniciaram de forma atribulada o Rally de Portugal, terceira prova pontuável do Campeonato do Mundo de Ralis, acabando mesmo por capotar o seu Ford Fiesta WRC durante a quarta passagem no troço Vale do Judeu, que servia de troço de shakedown.
O Norte-Americano natural de Long Beach, California, tinha registado tempos interessantes nas três primeiras passagens do shakedown, e registava à altura o 11º melhor tempo à geral, com o tempo de 3:16,7 (melhor tempo pessoal).

Fontes do local relatam que o Ford Fiesta WRC saíu largo numa curva, embatendo numa barreira e acabou por ser projectado para o lado contrário da estrada, começando assim a capotar dando no total 5 cambalhotas e acabaria por ficar a 20 metros do local do embate. O navegador  italiano/americano, visto que é natural da cidade italiana de Palermo, mas reside à já alguns anos em Los Angeles, California, Alex Gelsomino acabou por ser transportado de ambulância para o hospital, não se sabendo ainda qual o estado de gravidade do co-piloto da equipa Monster World Rally Team.
Os 43 anos do excentrico piloto americano não lhe garantiram a experiência e a calma necessária neste tipo de situações o que fez com que a dupla comece assim da pior forma este Rally de Portugal, fazendo talvez  justiça às palavras de Jari Matti Latvala, que antes do rali dizia que o Rally de Portugal “é o mais difícil rali de terra de toda a época".

Fotografias do Local do Acidente


Pilotos elogiam as classificativas

Os pilotos presentes na edição deste ano do Vodafone Rally de Portugal, a terceira prova do Campeonato do Mundo FIA de Ralis, completaram o primeiro dia de reconhecimentos das classificativas sob um céu azul, totalmente limpo. Cinco das oito classificativas que compõem a prova constaram deste primeiro dia, ficando três troços para o segundo dia, antes da realização do shakedown.
O facto do percurso ser muito concentrado permite às equipas terminar os treinos em apenas dia e meio. O programa do primeiro dia incluía as provas do primeiro e terceiro dias, ficando para a manhã de quarta-feira os troços da segunda etapa.
Como foi amplamente divulgado, o percurso deste ano é muito semelhante ao de 2010, com duas importantes diferenças: em primeiro lugar, a introdução da super especial de Lisboa constitui uma importante estreia, com três voltas ao traçado desenhado na Praça do Império.
Mas será a introdução da nova classificativa de Santana da Serra, com os seus 31,04 Km, a última dificuldade do rali, a assegurar que tudo se manterá em aberto até ao derradeiro metro. Não só é a prova mais longa da competição como constitui a nova fórmula de "Power Stage", com três pontos adicionais a serem alcançados pelo piloto mais rápido.
Quer isto dizer que todos os pilotos terão de continuar a atacar até final, na tentativa de conseguirem pontos que se poderão revelar preciosos no final do ano na corrida para o título mundial.
Descrevendo as classificativas, o piloto da equipa Ford Abu Dhabi Rally Team e vencedor do primeiro rali da época, na Suécia, Mikko Hirvonen, disse: “As condições são óptimas. Esperávamos um pouco de chuva para os treinos, mas o tempo tem estado muito bom - as estradas estão excelentes, como nunca!
“Apenas penso que o último troço é um pouco macio de piso. Será uma classificativa muito traiçoeira, pessoalmente teria preferido uma mais curta para atacar e correr riscos. É uma prova demasiado longa para andar a fundo para os três pontos e isso pode acabar por ter maus resultados.
“Representará, sem dúvida, um grande desafio para os pilotos. Na verdade, nos treinos ainda havia algumas zonas húmidas depois das recentes chuvadas, pelo que não teremos de poupar os pneus na primeira parte - será toda a fundo!"
Sebastien Loeb, piloto da Citroën Total World Rally Team e campeão do Mundo em título, vencedor no México, também prevê um final de prova complicado: "O Power Stage é muito mais longo do que o habitual, para além de ser muito técnico e, como consequência, bastante difícil. Mas as restantes classificativas estão exactamente como poderíamos esperar em Portugal, técnicas, espectaculares e muito, muito boas."