sábado

Carlos Neves vence entre os clássicos


Num rali que foi particularmente difícil para os Clássicos, Carlos Neves e João Reis acabaram por conseguir o pleno no Rally Vidreiro ao vencer entre os concorrentes do Troféu Nacional de Clássicos Ralis.

A prova em pisos de asfalto teve palco em S. Pedro de Moel e contou com umas condições atmosféricas nada fáceis, que deixaram os troços cronometrados bastante escorregadios.

A equipa do Datsun 1200 conseguiu mais uma vez tirar um muito bom proveito do seu carro, isto apesar de a muita chuva não ser nada favorável aos tração traseira.

Como nos refere o piloto da Costa da Caparica “Esta edição do Rali Vidreiro exigiu muita concentração pois as condições climatéricas não eram as melhores e estas classificativas no pinhal com chuva tornam-se muito traiçoeiras e escorregadios. Entramos no rali com algumas cautelas, mas mesmo assim não conseguimos evitar algumas “atravessadelas” típicas de um tração traseira que o publico tanto gosta. Nas primeiras classificativas conseguimos rodar em segundo lugar e controlámos o andamento dos nossos adversários que estavam muito perto.
Decidimos então dar tudo por tudo na primeira passagem da classificativa do Farol S. Pedro que apresentava o asfalto mais seco e é o tipo de piso onde me sinto mais à-vontade, pois à chuva ainda não tenho grande experiência. Com a desistência do nosso amigo Aníbal Rolo e com a confortável vantagem que conseguimos nesta classificativa face á concorrência gerimos o andamento da última classificativa e conseguirmos assim uma merecida vitória.”
Carlos Neves e João Reis garantiram assim a primeira vitória do ano, numa época que tem sido positiva, tendo a equipa ascendido ao pódio já por duas vezes. No Vidreiro venceram ainda a categoria 2 – H75 e foram também os 20º da classificação geral.

Por fim o piloto acrescenta ainda que “O carro esteve irrepreensível o que ajudou muito na obtenção desta vitória. Queremos mais uma vez agradecer a toda a nossa família que nos apoia incondicionalmente em todos os Ralis e também ao preparador Aníbal Rolo e a toda a sua equipa que tem desenvolvido o Datsun 1200 incansavelmente”.

Carlos Neves e João Reis prosseguem com o Rallye Santo Thyrso no mês de Junho

sexta-feira

Ensaio produtivo para Mário Patrão no Motocross!

Mário Patrão aproveitou a paragem do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno e de Enduro para ‘medir forças’ numa diferente modalidade - O Motocross! No passado Domingo, o piloto de Seia marcou presença na freguesia de Jovim, em Gondomar, para fazer parte integrante do espetáculo do Campeonato Regional Norte de Motocross/Pentacontrol. 
Mais do que resultados, esta seria mais uma forma de o Pluri-Campeão Nacional de Enduro e TT melhorar a sua performance, a par com o retorno ao apoio incondicional de todos os seus patrocinadores e apoiantes nas mais diversas frentes competitivas. «Foi um bom treino para mim, este ano ainda não tinha feito provas de Motocross por falta de agenda, mas, estou certo que este tipo de participações só me dá a ganhar… Treinei alguns aspetos importantes, como a agressividade e competitividade direta!» Explicou o piloto da Suzuki, que na geral classificativa da jornada distou somente três pontos do ‘Top5’ da cilindrada maior.
O Campeonato Regional de Motocross tem contado nos vários anos com a presença assídua de várias caras do ‘Nacional de Motocross’, o que eleva a fasquia dos participantes, com particular atuação na zona norte do país e que em muito atrai os espetadores locais. «Fiquei contente pela forte adesão de público a esta prova, é sem dúvida muito importante para nós pilotos podermos dispor do apoio dos aficionados e para a divulgação dos meus patrocinadores é ótimo!» Reforçou o ‘Mr. Baja’.
 No calendário desportivo do piloto Mário Patrão, o mês de Abril realça a continuidade do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno nos próximos dias 20 e 21, em Reguengos de Monsaraz, por ocasião do Ervideira Rally TT.

Pódio para Diogo Pereira no Regional de Motocross

A segunda jornada do Campeonato Regional Norte de Motocross/Pentacontrol disputou-se no passado Domingo em Jovim, no concelho de Gondomar. O piloto Diogo Pereira esteve em grande evidência, lutando de ‘fio a pavio’ pela vitória na classe principal da jornada.
 O ‘Regional de Motocross’ teve início há cerca de um mês atrás, em Vila Nova de Famalicão, prova que lançou Diogo Pereira na quinta posição da categoria MX Elite e quarta por entre os concorrentes MX1. De passagem por Jovim, o Moto Clube local apresentou um traçado recheado de público para assistir ao espetáculo que teve o piloto de Coimbra na lista de protagonistas. 
 Diogo Pereira foi desde cedo o mais rápido nas sessões de treinos cronometrados, antevendo a discussão da liderança das corridas da tarde. Na primeira manga, o piloto apoiado pela Nexx Helmets obteve a quarta posição, mas foi na segunda que liderou praticamente metade da corrida, até altura em que descia ao segundo posto final. «Esta foi mais uma boa corrida, senti-me muito à vontade em pista e isso notou-se logo na obtenção da volta mais rápida! Na primeira manga não consegui impor o melhor ritmo até ao final, mas na segunda considero que foi muito bom andar na frente… Não consegui atingir a vitória, mas estou certo que o segundo posto foi igualmente produtivo para mim e para todos os meus patrocinadores!» Comentou, depois da subida ao pódio final das categorias MX Elite e MX1. 
 Diogo Pereira ocupa agora a terceira posição da tabela provisória MX1 e a quarta da categoria MX Elite, numa altura que o Campeonato Regional de Motocross pausa para regressar a 15 de Julho, em Sapardos. «Não escondo que quero poder chegar à vitória final deste Campeonato, ainda falta seis provas e vou continuar a trabalhar para o conseguir!» Concluiu o piloto patrocinado pela DiteCentro e que ‘voa’ no mês de Maio para a ilha açoriana de S. Miguel, por ocasião da terceira prova do Campeonato Nacional de Motocross.

Sortes distintas para os pilotos da SFR


O final do Rallye Vidreiro, teve um desfecho diferente para as duas duplas da equipa SFR Motorsport, que na prova em pisos de asfalto estiveram inseridos no Desafio ModelStand e Campeonato Open de Ralis.
O inicio da prova até foi muito positivo com os dois pilotos dos Peugeot 206 Gti a dominar entre os três primeiros lugares.
Gil Antunes e Carlos Ramiro foram mesmo o centro das atenções do rali, ao assegurar a liderança do troféu logo na primeira especial, estando à partida da última especial com 6.5 segundos de vantagem para o segundo. De forma bastante inesperada o seu mais directo adversário fez um tempo verdadeiramente “arrebatador” batendo toda a concorrência, conseguindo num único troço recuperar aproximadamente 14 segundos, retirando assim a vitória à equipa de Sintra.

Como nos refere o piloto “Conseguimos fazer uma prova em pleno, num rali muito bem disputado, onde tudo nos correu bem. As condições climatéricas não ajudaram, pois tornou os troços muito escorregadios e com várias situações onde era fácil cometer erros. Da nossa parte andamos sempre o que podemos e estávamos confiantes que íamos conseguir o primeiro triunfo da época. Acabamos por ser surpreendidos pelo andamento do Diogo na ultima especial, que deu o tudo por tudo e acabou por conseguir recuperar a diferença com que partimos para a ultima especial. O segundo lugar não deixa de ser positivo e bom para as contas do troféu, mas depois de termos liderado o rali desde a primeiro troço, acho que merecíamos sem duvida ter garantido a vitória. É um resultado que nos custa a aceitar, mas os ralis são mesmo assim e se os nossos adversários conseguiram de forma justa ser ainda melhores, só temos que dar o merecido mérito! Na próxima prova lá estaremos para tentar a vitória novamente. Deixo ainda um agradecimento a todos aqueles que fizeram questão de ir ao rali e nos apoiar, assim como a toda a equipa da SFR Motorsport pelo excelente desempenho no Rali”.
Após as seis especiais de classificação Gil Antunes e Carlos Ramiro levaram o Peugeot 206 Gti ao sétimo lugar da geral, segundo entre os concorrentes do Desafio ModelStand.

Pedro Fins e Sérgio Rocha estavam também a fazer um excelente rali apesar de alguns percalços pelo meio, devido ao estado muito escorregadio dos troços cronometrados.
A equipa rodou sempre dentro dos três primeiros, até à quarta especial, onde numa travagem forma um ressalto fez o piloto perdeu o controlo do 206 Gti, não evitando uma saída de estrada.

A dupla teve assim que colocar um ponto final na sua prova, perdendo assim um pódio quase garantido. Apesar do percalço a dupla não vai baixar os braços e mantém o optimismo para a próxima prova, que será o Rali de Monção, no próximo mês de Junho.


Pilotos SFR Motorsport – Rallye Vidreiro:
Gil Antunes/Carlos Ramiro - Peugeot 206 Gti – 2º do ModelStand, 7º geral
Pedro Fins/Sérgio Rocha - Peugeot 206 Gti - Abandono

João Silva já trabalha para o Rali da Grécia


A segunda etapa de João Silva na FIA WRC ACADEMY terá lugar no Rali da Acrópole, na Grécia, depois do arranque no Rali de Portugal. O piloto madeirense confirmou desde o início do ano estas duas presenças e continua ainda a trabalhar afincadamente no sentido de viabilizar presença nas restantes quatro provas do troféu.
O actual campeão nacional de duas rodas motrizes espera ainda realizar um teste privado antes da prova grega, para preparar da melhor forma esta sua participação, em mais um rali de terra, sendo que a composição da equipa se irá alterar com a entrada de Hugo Magalhães para a posição de co-piloto, substituindo assim José Janela que acompanhou João Silva praticamente desde o início do seu projecto nos ralis.
João Silva afirma que “conversamos ambos sobre este assunto, e de comum acordo concluímos que este poderia ser o momento de mudar algo na equipa. O nível de exigência das provas internacionais colocaria algumas dificuldades ao nível profissional e pessoal ao Janela, e depois do Rali de Portugal percebemos também que o trabalho teria de ser exaustivo na busca de novas soluções nas minhas notas de andamento, e uma mudança poderá também trazer-me algum benefício ao receber novas experiências e novas formas de trabalhar com alguém que entre de novo, o que não coloca de forma alguma em causa o trabalho feito até aqui por ele. Só tenho de lhe agradecer e nunca esquecerei todos os bons momentos que partilhamos, e as vitórias que alcançamos, e a sua ajuda foi fundamental para os nossos sucessos, e tenho a certeza que vou continuar a contar com ele para no futuro falarmos sobre ralis sempre que seja preciso.”
“Sei que na Grécia não será mais fácil do que em Portugal, mas vou procurar preparar-me ainda melhor para poder corresponder ao que é preciso para andar ao nível dos restantes.”
Hugo Magalhães, no momento da sua entrada oficial na equipa afirma que “Esta é uma grande oportunidade na minha carreira como navegador. É a internacionalização ao lado de um piloto jovem, com um futuro promissor e que em tempos difíceis tem a ousadia de arriscar e investir na evolução da sua carreira. Logo aí vejo que a vontade do João crescer neste mundo dos ralis é enorme e de certa forma revejo-me um pouco neste objectivo, e partilhamos igualmente a maneira de estar neste desporto. É uma chance importante para mim, pois também estaremos em diversas formações juntamente com o restante plantel do WRC Academy, o que é indiscutivelmente uma mais-valia para ambos. Tudo farei para ajudar o João ao máximo, levando comigo todo o meu empenho e dedicação para que eu seja também uma aposta ganha no projecto dele.”

João Silva e Hugo Magalhães já estão inscritos no Rali da Grécia, que decorrerá de 25 a 27 de Maio.

Salvador Gonzaga garante primeiro pódio da época


Missão cumprida para a dupla Salvador Gonzaga e Paulo Lopes que conseguiram atingir os seus objetivos traçados para o Rallye Vidreiro, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis e Desafio Modelstand.
A dupla da Carlos Matos Competições vinha já nas provas anteriores a registar vários tempos nos três primeiros do troféu monomarca, faltando apenas garantir essa posição no final do rali.
Na prova em pisos de asfalto, acabaram por entrar com algumas cautelas, mas cedo conseguiram intrometer-se na luta pelos três primeiros, que durou até ao final da prova. Registaram o quarto melhor tempo na primeira especial, mas na segunda ascenderam já a terceiro e forçaram o andamento para aguentar essa posição. No momento em que os seus adversários começaram a ter alguns problemas a equipa do Peugeot 206 Gti apenas que teve que controlar o seu andamento e gerir a vantagem que tinha para o quarto classificado.
Como nos afirma o piloto do Porto, “Foi um excelente rali. As condições do tempo não ajudaram nada e devido a isso entramos um pouco a medo nos troços iniciais. Depois conseguimos encontrar o ritmo certo, entramos na luta pelos três primeiros, que era o nosso objectivo e acabamos por garantir este excelente resultado que foi sem dúvida um merecido prémio para toda a equipa que tem trabalho afincadamente neste projecto e também para mim e para o Paulo, que sem dúvida demos uma grande evolução esta época. Temos que manter agora esta motivação e continuar a trabalhar para irmos ainda mais além no troféu”.
Após as seis especiais de classificação Gonzaga/Lopes garantiram assim a 14ª posição da geral, terceiros no Desafio ModelStand.

Vitória “escapa” mesmo no último troço


Não foi o final de rali que se esperava da dupla Gil Antunes e Carlos Ramiro em mais uma etapa do Desafio Modelstand e Campeonato Open de Ralis que foi até S. Pedro de Moel para mais uma edição do Rallye Vidreiro.

A dupla do Peugeot 206 Gti fez uma prova notável, entrando muito motivados e dispostos a conseguir finalmente a primeira vitoria da época pondo assim um ponto final a alguns azares que os impediram de até agora chegar ao triunfo. O piloto de Sintra mostrou todo o seu potencial e liderou o rali desde a primeira especial estando à partida da última especial do rali com 6.5 segundos de vantagem para o segundo classificado.

A exemplo de todos os outros troços cronometrados, no último a equipa andou o que podia mantendo contudo sempre uma pequena margem de segurança, pois os troços estiveram sempre muito escorregadios e qualquer distração podia culminar com um erro que acabava por estragar aqui um bom resultado.

De forma bastante inesperada o seu mais directo adversário fez um tempo verdadeiramente “arrebatador” batendo toda a concorrência, conseguindo num único troço recuperar aproximadamente 14 segundos, retirando assim a vitória à equipa de Sintra.

Como nos refere o piloto “Conseguimos fazer uma prova em pleno, num rali muito bem disputado, onde tudo nos correu bem. As condições climatéricas não ajudaram, pois tornou os troços muito escorregadios e com várias situações onde era fácil cometer erros. Da nossa parte andamos sempre o que podemos e estávamos confiantes que íamos conseguir o primeiro triunfo da época. Acabamos por ser surpreendidos pelo andamento do Diogo na ultima especial, que deu o tudo por tudo e acabou por conseguir recuperar a diferença com que partimos para a ultima especial. O segundo lugar não deixa de ser positivo e bom para as contas do troféu, mas depois de termos liderado o rali desde a primeiro troço, acho que merecíamos sem duvida ter garantido a vitória. É um resultado que nos custa a aceitar, mas os ralis são mesmo assim e se os nossos adversários conseguiram de forma justa ser ainda melhores, só temos que dar o merecido mérito! Na próxima prova lá estaremos para tentar a vitória novamente. Deixo ainda um agradecimento a todos aqueles que fizeram questão de ir ao rali e nos apoiar, assim como a toda a equipa da SFR Motorsport pelo excelente desempenho no Rali”.

Após as seis especiais de classificação Gil Antunes e Carlos Ramiro levaram o Peugeot 206 Gti ao sétimo lugar da geral, segundo entre os concorrentes do Desafio ModelStand.

Gil Antunes e Carlos Ramiro prosseguem agora com o Rali de Monção, nos dias 23 e 24 de Junho nesta mesma cidade.

Luís Mota triunfa no Regional, no Open foi 4º


Acabou por ser muito positivo o regresso do Mitsubishi EVO VII da Competisport ao Campeonato Open de Ralis, que teve palco no passado sábado em S. Pedro de Moel com o Rallye Vidreiro.
Luís Mota e Alexandre Ramos acabaram por fazer um rali surpreendente, onde o principal objetivo até era mesmo rodar com o carro e ter um primeiro contato com as melhorias feitas no 4x4.
A equipa começou por rodar nos cinco primeiros nos dois troços iniciais, evoluindo depois até a terceira posição nos dois troços seguintes. Nas últimas duas passagens acabaram por ser surpreendidos pelos 4º classificados, que já com a meta à vista conseguiram ascender a terceiros.
A equipa do Cartaxo ficou assim com a quarta posição, num resultado que acaba por ser muito positivo, já que conseguiram mais uma vez ser os melhores no regional centro, onde lideraram o rali desde a 1ª PEC, obtendo assim a segunda vitória da época.
Como nos refere Luís Mota “Foi sem duvida um rali muito positivo. Não estávamos a contar já com este andamento nesta primeira prova, que foi muito bom. Correu tudo bem, nos primeiros quilómetros não sabíamos ao certo o que esperar do carro e só ao longo do rali fomos tendo uma primeira noção do comportamento do EVO. Conseguimos andar nos três primeiros, o que é muito bom, e quando parecia que tinhamos o lugar do pódio garantido, acabamos por ser surpreendidos nas últimas especiais pelo Carlos Martins, que teve mérito na recuperação que fez. O 4º lugar e a vitória no centro acaba por ser um resultado muito positivo para nós”.
Após as seis especiais de classificação, Luís Mota e Alexandre Ramos terminaram o Rallye Vidreiro na 4ª posição da geral, 1º no Campeonato Regional Ralis Centro.
A equipa do Cartaxo colocou online também a sua pagina da Web, onde além das noticias e acompanhamento dos resultados dos seus pilotos, é possível ver e consultar todos os serviços e produtos da Competisport.
A Competisport prossegue com o Rallye Santo Thyrso nos dias 5 e 6 de Maio.

Fotos - Rali Vidreiro 2012 I





Fernando Peres deu mais um passo em frente na luta pela conquista do ceptro no Campeonato Open de Ralis ao vencer o Rali Vidreiro. Fique agora com um primeiro grupo de imagens da autoria de Marcos Rodrigues que podem ser vistas AQUI.

Para mais fotografias contact: fullattackreport@gmail.com

Daniel Nunes vence no Campeonato Júnior

A dupla Daniel Nunes e Daniel Amaral conseguiram no Rally vidreiro marcar o regresso aos triunfos, colocando assim o ponto final ao azar que os perseguia até então.
 Apesar de tudo o Rallye Vidreiro não foi nada fácil para a equipa que começou mal no primeiro troço onde um tubo do intercooler se soltou e fez com que o carro ficasse sem qualquer pressão no turbo. Com isto perderam bastante tempo nos troços inicias, acabando por comprometer o resultado final no Campeonato Open de Ralis. Mas nem só de vitórias vivem os ralis.
 Além do grande andamento que a dupla evidenciou com o Mistubishi EVO VI no Rali, foram umas das duplas mais aguardadas pelo público nos troços cronometrados pois deram um verdadeiro recital de condução nos escorregadios troços do Pinhal de S. Pedro de Moel. 
 Com o evoluir das especiais a dupla de Sintra foi recuperando o tempo perdido e acabou por ascender ao 5º lugar do Open de Ralis, segundo entre os concorrentes do Campeonato Regional Ralis Centro e primeiro no Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.
 Como nos afirmou o piloto “ O resultado final acaba por ser muito positivo. Terminar o rali foi como uma vitória, pois conseguimos finalmente terminar um rali e deixar para trás os azares das duas últimas provas. No primeiro troço saltou-nos o tubo, que acabou por condicionar o rali, pois fizemos dois troços com o carro num ritmo muito lento, mas nunca baixamos os braços e mantivemos a nosso andamento no resto do rali. Acima de tudo conseguimos nos divertir imenso, demos bastante espectáculo e ficamos satisfeitos com as melhorias no carro. Este está agora muito melhor e contamos na próxima prova tirar muito mais rentabilidade do mesmo”. 
 Daniel Nunes e Daniel Amaral saíram assim da Marinha Grande com mais dois pódios, recuperando também preciosos pontos para os campeonatos que estão inseridos. 
A próxima prova da equipa deverá ser o Rali Targa - Serra da Freita no próximo mês em Arouca.

João Fonseca apresenta projecto para a nova época

O piloto da Covilhã e a MTC-Racing Team apresentam, no próximo fim-de-semana de 28 e 29 de Abril, o novo projecto para a próxima época desportiva, que arranca já em Maio com a Rampa Internacional da Falperra. Para o primeiro dia desta iniciativa conjunta está prevista a apresentação oficial, na Quinta da Hera (Boidobra, Covilhã), a partir das 16h30, e no segundo todas as atenções estarão centradas numa demonstração com a máquina que João Fonseca conduzirá no Campeonato de Portugal de Montanha de 2012, pelas 14h30. «Decidi fazer a apresentação, bem como a demonstração, na Covilhã para poder partilhar o meu projecto e aquilo que são as minhas aspirações para a nova temporada na minha terra», afirma o piloto. 
O actual vice-campeão em título de Montanha destaca que para este evento conta com o apoio da Câmara Municipal da Covilhã. Quem se deslocar à Quinta da Hera no dia 28 poderá conhecer de perto o projecto, incluindo os patrocinadores e o carro, que estará exposto, sendo que o piloto estará disponível para facultar todos os pormenores aos visitantes, convidados do evento e comunicação social. Já no dia 29, a zona compreendida entre a rotunda do Intermarché e a rotunda do Hotel Turismo será transformada numa verdadeira pista, onde o público em geral terá a oportunidade de ver o piloto em acção ao volante do carro. Velocidade e adrenalina prometem não faltar. «Espero que as pessoas apareçam e, acima de tudo, que se divirtam porque a ideia é também proporcionar um espectáculo único a quem ali se deslocar», diz João Fonseca. 
Alguns convidados e também vencedores de passatempos que entretanto serão lançados, inclusive na rede social Facebook (www.facebook.com/jfonsecaracing), farão o percurso ao lado do piloto na viatura. Para além do Facebook, o piloto tem website (www.jfonseca.net), através do qual é possível acompanhar a sua carreira. 

O Campeonato de Portugal de Montanha arranca com a Rampa Internacional da Falperra (19 e 20 de Maio), seguindo-se a Subida a Santo Emiliano (16 e 17 de Junho), Rampa de Bragança (30 de Junho e 1 de Julho), Rampa Capital do Móvel (21 e 22 de Julho), Rampa do Caramulo (7 e 8 de Setembro), Rampa da Penha (29 e 30 de Setembro), Rampa de Vila Nova de Cerveira (13 e 14 de Outubro) e Rampa Demoporto (20 e 21 de Outubro).

Hélder Rodrigues entrou ao ataque

O Campeão do Mundo Hélder Rodrigues entrou esta tarde ao ataque na Super Especial de arranque do Sealine Cross-Country Rally,competição que hoje, próximo de Doha, no Qatar, iniciou a sua componente desportiva. O piloto da Red Bull Yamaha TMN Team gastou 2m46,4s a percorrer os 4,2 quilómetros de traçado, mais 0,5s que o espanhol Joan Barreda e menos 0,8s que Marc Coma. “É a primeira vez que estou a disputar uma prova no Qatar e pelas indicações que tenho a prova terá características bem diversas do Abu Dhabi Desert Challenge. Partir bem vai ser importante para a etapa de amanhã, pelo que me apliquei em conseguir um bom resultado na Super Especial. Como já tenho referido estamos a utilizar uma moto nova, com enorme potencial, mas que ainda não temos dela o mesmo conhecimento que tínhamos da anterior. Espero conseguir tirar dela o máximo partido para esta prova, onde o meu grande objetivo é chegar à vitória”, salientou após a Super Especial o piloto da Red Bull Yamaha TMN Team. Amanhã disputa-se a primeira etapa do Sealine Cross-Country Rally com 330,51 de extensão.

Resultado aquém das possibilidades

No final do Rali Vidreiro, prova do Campeonato OPEN de Ralis realizado este Sábado em S. Pedro de Moel, o Volkswagen Golf Kit-Car de André Cabeças e Júlio Sousa surgiu na classificação final na 11ª posição absoluta, mas a equipa ficou com plena consciência de que o resultado poderia ter sido bem melhor. Com alguma chuva a alterar constantemente as condições do asfalto da mata, o piloto optou por entrar com cautela na primeira secção do rali, não correndo muitos riscos mas mantendo um andamento vivo que lhes permitia estar na 9ª posição da geral, mas com pouco tempo de desvantagem para os seus mais directos adversários. Contudo, um furo no início da terceira classificativa do rali, deitou por terra as aspirações de um bom resultado final, com a equipa a perder mais de 40 segundos para os líderes em apenas 7 quilómetros. Nas duas classificativas seguintes foram sempre rápidos, realizando o sexto tempo da geral em ambas e tendo sido os segundos das duas rodas motrizes na primeira passagem da classificativa do Farol de S. Pedro de Moel. Contudo na derradeira especial do rali, um problema com a direcção do Golf Kit-Car fez com que o carro ganhasse “vontade própria” e ditou que perdessem ainda mais tempo e caíssem para a 11ªposição final. “Chegamos ao fim, e fizemos tudo o que era possível. O furo é imprevisível, mas os danos que provocamos na direcção ao rodar furados, originaram o problema da direcção que se manifestou quando íamos de sexta a fundo na maior recta do rali. A direcção abriu e o carro ficou com um comportamento errático, que levou a termos de reduzir muito o ritmo.“ “Com a chuva não foi fácil, não tivemos os melhores pneus para fazer face às condições mas espero mudar isso a curto prazo para perceber ainda melhor onde posso chegar com o Golf Kit-Car, pois para já as indicações são boas, pois em condições normais perder em média menos de um segundo por quilómetro para o líder com estes pneus, só pode ser um indício de que com a aposta certa podemos ser muito mais fortes no asfalto.”

Rómulo Branco regressa à Taça do Mundo na Baja España Arágon

A odisseia das sete equipas cujas viaturas, que seguiam da Europa para o Abu Dhabi Desert Challenge, segunda etapa da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno e que ficaram bloqueadas na fronteira de Israel, teve como derradeira solução o regresso ao local de partida. Na caravana seguia a Isuzu D Max do piloto luso-angolano Rómulo Branco que, por este motivo, teve também de abdicar da participação no Sealine Rally que hoje começa no Qatar. “Têm sido dias muito complicados, tanto para mim como para os restantes concorrentes que ficaram com os carros retidos em Israel. Inicialmente ainda houve a esperança que os carros e toda a carga fossem liberados para chegar a Abu Dhabi a tempo da corrida. A partir do momento em que vimos que tal não seria possível, a nossa preocupação passou por retirar os carros o mais rapidamente da alfândega israelita e a única forma segura era o retorno à Europa. Por decisão comum das equipas, que estavam na mesma situação, optámos por ordenar ao transitário o regresso a solo europeu, sabendo nós de antemão que esta decisão não nos permitiria participar no Sealine Rally” salienta Rómulo Branco que acrescenta: “A próxima prova da Taça do Mundo realiza-se em Espanha onde iremos estar presentes. Em função dos resultados após a prova espanhola iremos decidir qual a nossa estratégia futura, mas o facto de termos sido impedidos de participar em duas provas de coeficiente 2 limita em muito as nossas intenções. O calendário, tal como está elaborado, deverá ser repensado pela FIA, para que situações como esta não se voltem a repetir”. A Baja España Arágon, competição que terá lugar em Saragoça, realiza-se entre 20 e 22 de Julho. De salientar que a dupla Rómulo Branco / João Serôdio, aos comandos da Isuzu D Max, alcançou, no ano passado, um brilhante lugar no pódio da Categoria T2, naquela que foi a sua estreia internacional.

Rui Garcia com vitória categórica no Rali Vidreiro

Foi um regresso triunfal, o de Rui Garcia e Luis Sá ao Troféu Fastbravo, pois colocaram desde o início o Seat Marbella na liderança do Rali Vidreiro, sem nunca deixar margem de resposta aos seus adversários no Troféu, tendo sido ainda terceiro no Campeonato Júnior de Ralis. Esperavam-se condições climatéricas difíceis em S. Pedro de Moel, e Rui Garcia optou por nunca ultrapassar os limites, efectuando uma prova sem qualquer percalço, e com poucas situações que pudessem comprometer a sua prestação. Com um carro cooperante, desde a partida do rali que começaram a construir uma confortável vantagem sobre os restantes concorrentes, que na maioria não conseguiram evitar saídas de estrada e muitos piões, num asfalto muito traiçoeiro em muitas das classificativas. Para o jovem piloto, “aproveitamos o asfalto seco na primeira classificativa que realizámos, para atacar forte, e a partir daí nunca arrisquei demasiado, pois seria muito fácil deitar tudo a perder em qualquer excesso. Com a vantagem que acumulámos, cabia aos outros atacar, mas com a chuva que chegou, os excessos pagaram-se caro e ficamos desde cedo com a noção que o rali estaria decidido a nosso favor e que não valia a pena forçarmos mais o andamento.” “Fomos tranquilamente até ao final, sempre atentos aos tempos da concorrência, e percebemos que desde que o carro colaborasse a vitória estaria praticamente assegurada. Abrir o nosso calendário com uma vitória é excelente para as nossas pretensões de vencer o troféu este ano, e vamos continuar a trabalhar para tentar repetir o resultado no próximo rali.”

Vídeo - Rali Vidreiro 2012

Fernando Peres foi o grande vencedor do Rali Vidreiro 2012. Um prova bem disputada e marcada pelas difíceis condições climatéricas. Apresentamos um vídeo com imagem de João Pedro Sousa, João Cosme e João Sousa, ficando a edição a cargo do primeiro.


joaopedrosousaprod

Rali difícil para equipas da Respol

O Rali Vidreiro terminou sábado, na Marinha Grande, num dia que se revelou muito complicado para a prática da modalidade, pois a chuva criou muitas dificuldades a todas as equipas participantes, nomeadamente, quanto à escolha dos pneus a utilizar. André Marques e Hugo Magalhães terminaram a prova na 8ª posição da geral absoluta e quartos nas viaturas de duas rodas motrizes, mas poderiam ter terminado alguns lugares mais acima se não tivessem sido afectados por dois furos durante o decorrer da prova, mas a confiança e motivação saíram reforçadas neste rali. O piloto de Leiria que fazia a sua estreia à chuva com o Peugeot 206 S1600 mostrava-se conformado à chegada, pois “era impossível fazer melhor! Entramos bem, e logo na primeira especial fizemos o terceiro tempo à geral, o que nos deixou ainda mais motivados, mas logo na especial seguinte falhamos o arranque depois de um pouco de óleo ter saltado para o pára-brisas, e perdeu-se logo aí algum tempo.” “No resto da prova ainda tivemos dois furos, na quarta e quinta especial, e nesta última foram mais de 5 quilómetros furados o que deixou o carro muito desalinhado para a última especial. Queríamos o pódio das 2 rodas motrizes e lutar pelos lugares mais à frente, mas depois do rali, estamos satisfeitos com os pontos conquistados para o Campeonato, e por vermos mais uma vez que o trabalho está a dar frutos e somos cada vez mais rápidos e competitivos. A confiança e motivação estão em alta e por mim, íamos já amanhã para o próximo rali.” Sérgio Vaz e Bino Santos tiveram por sua vez uma prova para esquecer. Uma fuga no óleo da direcção assistida depois de um corte de uma curva mais agressivo, deixou o carro com dificuldades e o tempo perdido foi desde logo muito. Depois, um problema eléctrico, provavelmente derivado da muita água que se abateu sobre as classificativas, deteve a equipa durante largos minutos na estrada, pois o Peugeot 206 Gti recusou-se a pegar, levando a um novo atraso e penalizações de estrada que relegaram a equipa para os últimos lugares da prova. A partir daí pouco mais havia a fazer do que levar o carro até ao final. Para Sérgio Vaz, “o que levamos deste rali? A diversão de conduzir na Mata de S. Pedro de Moel com as condições que encontramos, pois desportivamente nada mais poderíamos fazer. Agradeço à equipa o trabalho desenvolvido mas são imponderáveis que acontecem nos ralis e temos de estar preparados para seguir em frente e esperar um pouco mais de sorte no próximo rali.” Próximo rali da equipa será o Rali Targa / Serra da Freita a 12 de Maio.

SFR Motorsport candidata à vitória no ModelStand

Será em S. Pedro de Moel que terá palco a quarta ronda do Campeonato Open de Ralis, com mais uma edição do Rallye Vidreiro, prova em pisos de asfalto que estará sob a responsabilidade do Clube Automóvel da Marinha Grande.
A prova será também pontuável para o Desafio ModelStand, competição onde a SFR Motorsport conta com dois candidatos aos lugares do pódio, Gil Antunes/Carlos Ramiro e Pedro Fins/Sérgio Rocha.
Para Gil Antunes, o objectivo é mais uma vez lutar pelos três primeiros lugares do troféu, fazendo ainda um bom resultado entre os carros de duas rodas motrizes no Open. “Vamos apostar novamente num ritmo que nos permita andar nos três primeiros do desafio Modelstand. Os nossos principais adversários têm estado muito fortes e não tem sido fácil chegar à vitória, mas sabemos que temos tudo ao nosso alcance para garantir uma vitória. Este é um traçado que já temos algum conhecimento dos anos anteriores e na qual temos nos encaixado bem, pelo que acredito que vamos conseguir fazer um bom rali. As condições do tempo poderão influenciar muito os resultados do rali, já que os troços com “chuva” ficam bastante escorregadios e é fácil errar. Da nossa parte com chuva ou sem ela vamos bastante motivados”, afirmou o piloto de Sintra.
Pedro Fins e Sérgio Rocha estão também eles bastante confiantes num bom resultado depois do pódio obtido na última prova.
"Em Castelo Branco aprendemos muito sobre o carro e evoluímos bastante. Para nós esta segunda prova foi mais um teste do que propriamente um rali. Agora é altura de nos concentrarmos no que poderemos fazer em termos de resultados nestes dois últimos ralis de asfalto", explica Pedro Fins, adiantando ainda que "Este é um rali que gosto bastante, e onde poderemos estar mais á vontade. Vamos andar depressa e tentar lutar pelo primeiro lugar logo desde o início, mas se isso não for possível, um lugar nos três primeiros já seria um bom resultado. Ainda faltam muitos ralis, e também não queremos arriscar tudo nesta fase inicial."
 O Rallye Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Daniel Nunes com EVO VI mais evoluído

Depois de um inicio de época que começou bem, dois azares consecutivos, condicionaram um pouco a posição de Daniel Nunes e Daniel Amaral na luta pelo título no Campeonato Open de Ralis, que neste próximo sábado vai até S. Pedro de Moel com o Rallye Vidreiro.
Mesmo assim a equipa nunca baixou os braços e logo após o Rali Castelo Branco começaram a trabalhar afincadamente no Mitsubishi EVO VI que para a próxima prova em pisos de asfalto conta já com algumas melhorias, que irão tornar a rápida equipa ainda mais competitiva.
Como nos refere o piloto de Sintra “ Trabalhamos imenso no carro, voltamos a rever tudo e montamos muito material novo para que tudo esteja em pleno no Vidreiro. Vamos com algumas melhorias no carro, principalmente a nível de motor que nos permite ser ainda mais competitivos, mas temos que sobretudo recolher o máximo de pontos. Queremos fazer um bom rali, quer no Open, no Júnior e no Regional Centro e tentar recuperar os pontos perdidos das duas últimas provas. Vamos dar o nosso melhor e esperar que tudo corra bem”.
Daniel Nunes e Daniel Amaral já provaram ser uma das melhores equipas do Open de Ralis, sendo uma equipa que conjuga sempre da melhor forma um andamento rápido, com muito espectáculo à mistura. No Vidreiro, mesmo com muitos candidatos à vitória, são uns dos favoritos ao triunfo, sobretudo se contarmos com os pisos molhados.
O Rallye Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Nuno Coelho procura o top5

Na Marinha Grande e em S. Pedro de Moel irá ter palco este próximo fim-de-semana a quarta ronda do Campeonato Open de Ralis e também a terceira jornada do Desafio ModelStand, na edição de 2012 do Rallye Vidreiro.

A prova em pisos de asfalto, será uma nova etapa para a dupla Nuno Coelho e Pedro Alves que arrancam com aspirações renovadas a ascender a um lugar nos cinco primeiros na competição monomarca.

Como nos refere o piloto “ Este inicio de época não tem sido fácil, onde temos tido alguns azares mecânicos com o carro que não nos permitiu andar como queríamos. No Vidreiro vamos com aspirações renovadas, sobretudo porque o carro foi recentemente alvo de uma revisão que acho que nos vai permitir andar ainda melhor e ser mais competitivos. A nossa meta é andar dentro dos cinco primeiros, mas acima de tudo queremos por um ponto final nos azares e fazer um bom rali para garantir o máximo pontos para o troféu”.

No Rallye Vidreiro Nuno Coelho e Pedro Alves irão estar inseridos na equipa Carlos Matos Competições, que são agora os responsáveis pelo suporte técnico do Peugeot 206 Gti no decorrer da temporada.
O Rallye Vidreiro terá um total de seis troços cronometrados, totalizando 142 quilómetros, dos quais 55.60 em troços cronometrados. O programa da prova terá uma dupla passagem pelos troços da Marinha Grande, S. Pedro Moel e Farol de S. Pedro. O pódio final está previsto para as 21h15 na Marinha Grande.