sexta-feira

Luís Mota triunfa no Regional, no Open foi 4º


Acabou por ser muito positivo o regresso do Mitsubishi EVO VII da Competisport ao Campeonato Open de Ralis, que teve palco no passado sábado em S. Pedro de Moel com o Rallye Vidreiro.
Luís Mota e Alexandre Ramos acabaram por fazer um rali surpreendente, onde o principal objetivo até era mesmo rodar com o carro e ter um primeiro contato com as melhorias feitas no 4x4.
A equipa começou por rodar nos cinco primeiros nos dois troços iniciais, evoluindo depois até a terceira posição nos dois troços seguintes. Nas últimas duas passagens acabaram por ser surpreendidos pelos 4º classificados, que já com a meta à vista conseguiram ascender a terceiros.
A equipa do Cartaxo ficou assim com a quarta posição, num resultado que acaba por ser muito positivo, já que conseguiram mais uma vez ser os melhores no regional centro, onde lideraram o rali desde a 1ª PEC, obtendo assim a segunda vitória da época.
Como nos refere Luís Mota “Foi sem duvida um rali muito positivo. Não estávamos a contar já com este andamento nesta primeira prova, que foi muito bom. Correu tudo bem, nos primeiros quilómetros não sabíamos ao certo o que esperar do carro e só ao longo do rali fomos tendo uma primeira noção do comportamento do EVO. Conseguimos andar nos três primeiros, o que é muito bom, e quando parecia que tinhamos o lugar do pódio garantido, acabamos por ser surpreendidos nas últimas especiais pelo Carlos Martins, que teve mérito na recuperação que fez. O 4º lugar e a vitória no centro acaba por ser um resultado muito positivo para nós”.
Após as seis especiais de classificação, Luís Mota e Alexandre Ramos terminaram o Rallye Vidreiro na 4ª posição da geral, 1º no Campeonato Regional Ralis Centro.
A equipa do Cartaxo colocou online também a sua pagina da Web, onde além das noticias e acompanhamento dos resultados dos seus pilotos, é possível ver e consultar todos os serviços e produtos da Competisport.
A Competisport prossegue com o Rallye Santo Thyrso nos dias 5 e 6 de Maio.

Fotos - Rali Vidreiro 2012 I





Fernando Peres deu mais um passo em frente na luta pela conquista do ceptro no Campeonato Open de Ralis ao vencer o Rali Vidreiro. Fique agora com um primeiro grupo de imagens da autoria de Marcos Rodrigues que podem ser vistas AQUI.

Para mais fotografias contact: fullattackreport@gmail.com

Daniel Nunes vence no Campeonato Júnior

A dupla Daniel Nunes e Daniel Amaral conseguiram no Rally vidreiro marcar o regresso aos triunfos, colocando assim o ponto final ao azar que os perseguia até então.
 Apesar de tudo o Rallye Vidreiro não foi nada fácil para a equipa que começou mal no primeiro troço onde um tubo do intercooler se soltou e fez com que o carro ficasse sem qualquer pressão no turbo. Com isto perderam bastante tempo nos troços inicias, acabando por comprometer o resultado final no Campeonato Open de Ralis. Mas nem só de vitórias vivem os ralis.
 Além do grande andamento que a dupla evidenciou com o Mistubishi EVO VI no Rali, foram umas das duplas mais aguardadas pelo público nos troços cronometrados pois deram um verdadeiro recital de condução nos escorregadios troços do Pinhal de S. Pedro de Moel. 
 Com o evoluir das especiais a dupla de Sintra foi recuperando o tempo perdido e acabou por ascender ao 5º lugar do Open de Ralis, segundo entre os concorrentes do Campeonato Regional Ralis Centro e primeiro no Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.
 Como nos afirmou o piloto “ O resultado final acaba por ser muito positivo. Terminar o rali foi como uma vitória, pois conseguimos finalmente terminar um rali e deixar para trás os azares das duas últimas provas. No primeiro troço saltou-nos o tubo, que acabou por condicionar o rali, pois fizemos dois troços com o carro num ritmo muito lento, mas nunca baixamos os braços e mantivemos a nosso andamento no resto do rali. Acima de tudo conseguimos nos divertir imenso, demos bastante espectáculo e ficamos satisfeitos com as melhorias no carro. Este está agora muito melhor e contamos na próxima prova tirar muito mais rentabilidade do mesmo”. 
 Daniel Nunes e Daniel Amaral saíram assim da Marinha Grande com mais dois pódios, recuperando também preciosos pontos para os campeonatos que estão inseridos. 
A próxima prova da equipa deverá ser o Rali Targa - Serra da Freita no próximo mês em Arouca.

João Fonseca apresenta projecto para a nova época

O piloto da Covilhã e a MTC-Racing Team apresentam, no próximo fim-de-semana de 28 e 29 de Abril, o novo projecto para a próxima época desportiva, que arranca já em Maio com a Rampa Internacional da Falperra. Para o primeiro dia desta iniciativa conjunta está prevista a apresentação oficial, na Quinta da Hera (Boidobra, Covilhã), a partir das 16h30, e no segundo todas as atenções estarão centradas numa demonstração com a máquina que João Fonseca conduzirá no Campeonato de Portugal de Montanha de 2012, pelas 14h30. «Decidi fazer a apresentação, bem como a demonstração, na Covilhã para poder partilhar o meu projecto e aquilo que são as minhas aspirações para a nova temporada na minha terra», afirma o piloto. 
O actual vice-campeão em título de Montanha destaca que para este evento conta com o apoio da Câmara Municipal da Covilhã. Quem se deslocar à Quinta da Hera no dia 28 poderá conhecer de perto o projecto, incluindo os patrocinadores e o carro, que estará exposto, sendo que o piloto estará disponível para facultar todos os pormenores aos visitantes, convidados do evento e comunicação social. Já no dia 29, a zona compreendida entre a rotunda do Intermarché e a rotunda do Hotel Turismo será transformada numa verdadeira pista, onde o público em geral terá a oportunidade de ver o piloto em acção ao volante do carro. Velocidade e adrenalina prometem não faltar. «Espero que as pessoas apareçam e, acima de tudo, que se divirtam porque a ideia é também proporcionar um espectáculo único a quem ali se deslocar», diz João Fonseca. 
Alguns convidados e também vencedores de passatempos que entretanto serão lançados, inclusive na rede social Facebook (www.facebook.com/jfonsecaracing), farão o percurso ao lado do piloto na viatura. Para além do Facebook, o piloto tem website (www.jfonseca.net), através do qual é possível acompanhar a sua carreira. 

O Campeonato de Portugal de Montanha arranca com a Rampa Internacional da Falperra (19 e 20 de Maio), seguindo-se a Subida a Santo Emiliano (16 e 17 de Junho), Rampa de Bragança (30 de Junho e 1 de Julho), Rampa Capital do Móvel (21 e 22 de Julho), Rampa do Caramulo (7 e 8 de Setembro), Rampa da Penha (29 e 30 de Setembro), Rampa de Vila Nova de Cerveira (13 e 14 de Outubro) e Rampa Demoporto (20 e 21 de Outubro).

Hélder Rodrigues entrou ao ataque

O Campeão do Mundo Hélder Rodrigues entrou esta tarde ao ataque na Super Especial de arranque do Sealine Cross-Country Rally,competição que hoje, próximo de Doha, no Qatar, iniciou a sua componente desportiva. O piloto da Red Bull Yamaha TMN Team gastou 2m46,4s a percorrer os 4,2 quilómetros de traçado, mais 0,5s que o espanhol Joan Barreda e menos 0,8s que Marc Coma. “É a primeira vez que estou a disputar uma prova no Qatar e pelas indicações que tenho a prova terá características bem diversas do Abu Dhabi Desert Challenge. Partir bem vai ser importante para a etapa de amanhã, pelo que me apliquei em conseguir um bom resultado na Super Especial. Como já tenho referido estamos a utilizar uma moto nova, com enorme potencial, mas que ainda não temos dela o mesmo conhecimento que tínhamos da anterior. Espero conseguir tirar dela o máximo partido para esta prova, onde o meu grande objetivo é chegar à vitória”, salientou após a Super Especial o piloto da Red Bull Yamaha TMN Team. Amanhã disputa-se a primeira etapa do Sealine Cross-Country Rally com 330,51 de extensão.

Resultado aquém das possibilidades

No final do Rali Vidreiro, prova do Campeonato OPEN de Ralis realizado este Sábado em S. Pedro de Moel, o Volkswagen Golf Kit-Car de André Cabeças e Júlio Sousa surgiu na classificação final na 11ª posição absoluta, mas a equipa ficou com plena consciência de que o resultado poderia ter sido bem melhor. Com alguma chuva a alterar constantemente as condições do asfalto da mata, o piloto optou por entrar com cautela na primeira secção do rali, não correndo muitos riscos mas mantendo um andamento vivo que lhes permitia estar na 9ª posição da geral, mas com pouco tempo de desvantagem para os seus mais directos adversários. Contudo, um furo no início da terceira classificativa do rali, deitou por terra as aspirações de um bom resultado final, com a equipa a perder mais de 40 segundos para os líderes em apenas 7 quilómetros. Nas duas classificativas seguintes foram sempre rápidos, realizando o sexto tempo da geral em ambas e tendo sido os segundos das duas rodas motrizes na primeira passagem da classificativa do Farol de S. Pedro de Moel. Contudo na derradeira especial do rali, um problema com a direcção do Golf Kit-Car fez com que o carro ganhasse “vontade própria” e ditou que perdessem ainda mais tempo e caíssem para a 11ªposição final. “Chegamos ao fim, e fizemos tudo o que era possível. O furo é imprevisível, mas os danos que provocamos na direcção ao rodar furados, originaram o problema da direcção que se manifestou quando íamos de sexta a fundo na maior recta do rali. A direcção abriu e o carro ficou com um comportamento errático, que levou a termos de reduzir muito o ritmo.“Com a chuva não foi fácil, não tivemos os melhores pneus para fazer face às condições mas espero mudar isso a curto prazo para perceber ainda melhor onde posso chegar com o Golf Kit-Car, pois para já as indicações são boas, pois em condições normais perder em média menos de um segundo por quilómetro para o líder com estes pneus, só pode ser um indício de que com a aposta certa podemos ser muito mais fortes no asfalto.”

Rómulo Branco regressa à Taça do Mundo na Baja España Arágon

A odisseia das sete equipas cujas viaturas, que seguiam da Europa para o Abu Dhabi Desert Challenge, segunda etapa da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno e que ficaram bloqueadas na fronteira de Israel, teve como derradeira solução o regresso ao local de partida. Na caravana seguia a Isuzu D Max do piloto luso-angolano Rómulo Branco que, por este motivo, teve também de abdicar da participação no Sealine Rally que hoje começa no Qatar. “Têm sido dias muito complicados, tanto para mim como para os restantes concorrentes que ficaram com os carros retidos em Israel. Inicialmente ainda houve a esperança que os carros e toda a carga fossem liberados para chegar a Abu Dhabi a tempo da corrida. A partir do momento em que vimos que tal não seria possível, a nossa preocupação passou por retirar os carros o mais rapidamente da alfândega israelita e a única forma segura era o retorno à Europa. Por decisão comum das equipas, que estavam na mesma situação, optámos por ordenar ao transitário o regresso a solo europeu, sabendo nós de antemão que esta decisão não nos permitiria participar no Sealine Rally” salienta Rómulo Branco que acrescenta: “A próxima prova da Taça do Mundo realiza-se em Espanha onde iremos estar presentes. Em função dos resultados após a prova espanhola iremos decidir qual a nossa estratégia futura, mas o facto de termos sido impedidos de participar em duas provas de coeficiente 2 limita em muito as nossas intenções. O calendário, tal como está elaborado, deverá ser repensado pela FIA, para que situações como esta não se voltem a repetir”. A Baja España Arágon, competição que terá lugar em Saragoça, realiza-se entre 20 e 22 de Julho. De salientar que a dupla Rómulo Branco / João Serôdio, aos comandos da Isuzu D Max, alcançou, no ano passado, um brilhante lugar no pódio da Categoria T2, naquela que foi a sua estreia internacional.

Rui Garcia com vitória categórica no Rali Vidreiro

Foi um regresso triunfal, o de Rui Garcia e Luis Sá ao Troféu Fastbravo, pois colocaram desde o início o Seat Marbella na liderança do Rali Vidreiro, sem nunca deixar margem de resposta aos seus adversários no Troféu, tendo sido ainda terceiro no Campeonato Júnior de Ralis. Esperavam-se condições climatéricas difíceis em S. Pedro de Moel, e Rui Garcia optou por nunca ultrapassar os limites, efectuando uma prova sem qualquer percalço, e com poucas situações que pudessem comprometer a sua prestação. Com um carro cooperante, desde a partida do rali que começaram a construir uma confortável vantagem sobre os restantes concorrentes, que na maioria não conseguiram evitar saídas de estrada e muitos piões, num asfalto muito traiçoeiro em muitas das classificativas. Para o jovem piloto, “aproveitamos o asfalto seco na primeira classificativa que realizámos, para atacar forte, e a partir daí nunca arrisquei demasiado, pois seria muito fácil deitar tudo a perder em qualquer excesso. Com a vantagem que acumulámos, cabia aos outros atacar, mas com a chuva que chegou, os excessos pagaram-se caro e ficamos desde cedo com a noção que o rali estaria decidido a nosso favor e que não valia a pena forçarmos mais o andamento.” “Fomos tranquilamente até ao final, sempre atentos aos tempos da concorrência, e percebemos que desde que o carro colaborasse a vitória estaria praticamente assegurada. Abrir o nosso calendário com uma vitória é excelente para as nossas pretensões de vencer o troféu este ano, e vamos continuar a trabalhar para tentar repetir o resultado no próximo rali.”

Vídeo - Rali Vidreiro 2012

Fernando Peres foi o grande vencedor do Rali Vidreiro 2012. Um prova bem disputada e marcada pelas difíceis condições climatéricas. Apresentamos um vídeo com imagem de João Pedro Sousa, João Cosme e João Sousa, ficando a edição a cargo do primeiro.


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Rali difícil para equipas da Respol

O Rali Vidreiro terminou sábado, na Marinha Grande, num dia que se revelou muito complicado para a prática da modalidade, pois a chuva criou muitas dificuldades a todas as equipas participantes, nomeadamente, quanto à escolha dos pneus a utilizar. André Marques e Hugo Magalhães terminaram a prova na 8ª posição da geral absoluta e quartos nas viaturas de duas rodas motrizes, mas poderiam ter terminado alguns lugares mais acima se não tivessem sido afectados por dois furos durante o decorrer da prova, mas a confiança e motivação saíram reforçadas neste rali. O piloto de Leiria que fazia a sua estreia à chuva com o Peugeot 206 S1600 mostrava-se conformado à chegada, pois “era impossível fazer melhor! Entramos bem, e logo na primeira especial fizemos o terceiro tempo à geral, o que nos deixou ainda mais motivados, mas logo na especial seguinte falhamos o arranque depois de um pouco de óleo ter saltado para o pára-brisas, e perdeu-se logo aí algum tempo.” “No resto da prova ainda tivemos dois furos, na quarta e quinta especial, e nesta última foram mais de 5 quilómetros furados o que deixou o carro muito desalinhado para a última especial. Queríamos o pódio das 2 rodas motrizes e lutar pelos lugares mais à frente, mas depois do rali, estamos satisfeitos com os pontos conquistados para o Campeonato, e por vermos mais uma vez que o trabalho está a dar frutos e somos cada vez mais rápidos e competitivos. A confiança e motivação estão em alta e por mim, íamos já amanhã para o próximo rali.” Sérgio Vaz e Bino Santos tiveram por sua vez uma prova para esquecer. Uma fuga no óleo da direcção assistida depois de um corte de uma curva mais agressivo, deixou o carro com dificuldades e o tempo perdido foi desde logo muito. Depois, um problema eléctrico, provavelmente derivado da muita água que se abateu sobre as classificativas, deteve a equipa durante largos minutos na estrada, pois o Peugeot 206 Gti recusou-se a pegar, levando a um novo atraso e penalizações de estrada que relegaram a equipa para os últimos lugares da prova. A partir daí pouco mais havia a fazer do que levar o carro até ao final. Para Sérgio Vaz, “o que levamos deste rali? A diversão de conduzir na Mata de S. Pedro de Moel com as condições que encontramos, pois desportivamente nada mais poderíamos fazer. Agradeço à equipa o trabalho desenvolvido mas são imponderáveis que acontecem nos ralis e temos de estar preparados para seguir em frente e esperar um pouco mais de sorte no próximo rali.” Próximo rali da equipa será o Rali Targa / Serra da Freita a 12 de Maio.

SFR Motorsport candidata à vitória no ModelStand

Será em S. Pedro de Moel que terá palco a quarta ronda do Campeonato Open de Ralis, com mais uma edição do Rallye Vidreiro, prova em pisos de asfalto que estará sob a responsabilidade do Clube Automóvel da Marinha Grande.
A prova será também pontuável para o Desafio ModelStand, competição onde a SFR Motorsport conta com dois candidatos aos lugares do pódio, Gil Antunes/Carlos Ramiro e Pedro Fins/Sérgio Rocha.
Para Gil Antunes, o objectivo é mais uma vez lutar pelos três primeiros lugares do troféu, fazendo ainda um bom resultado entre os carros de duas rodas motrizes no Open. “Vamos apostar novamente num ritmo que nos permita andar nos três primeiros do desafio Modelstand. Os nossos principais adversários têm estado muito fortes e não tem sido fácil chegar à vitória, mas sabemos que temos tudo ao nosso alcance para garantir uma vitória. Este é um traçado que já temos algum conhecimento dos anos anteriores e na qual temos nos encaixado bem, pelo que acredito que vamos conseguir fazer um bom rali. As condições do tempo poderão influenciar muito os resultados do rali, já que os troços com “chuva” ficam bastante escorregadios e é fácil errar. Da nossa parte com chuva ou sem ela vamos bastante motivados”, afirmou o piloto de Sintra.
Pedro Fins e Sérgio Rocha estão também eles bastante confiantes num bom resultado depois do pódio obtido na última prova.
"Em Castelo Branco aprendemos muito sobre o carro e evoluímos bastante. Para nós esta segunda prova foi mais um teste do que propriamente um rali. Agora é altura de nos concentrarmos no que poderemos fazer em termos de resultados nestes dois últimos ralis de asfalto", explica Pedro Fins, adiantando ainda que "Este é um rali que gosto bastante, e onde poderemos estar mais á vontade. Vamos andar depressa e tentar lutar pelo primeiro lugar logo desde o início, mas se isso não for possível, um lugar nos três primeiros já seria um bom resultado. Ainda faltam muitos ralis, e também não queremos arriscar tudo nesta fase inicial."
 O Rallye Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Daniel Nunes com EVO VI mais evoluído

Depois de um inicio de época que começou bem, dois azares consecutivos, condicionaram um pouco a posição de Daniel Nunes e Daniel Amaral na luta pelo título no Campeonato Open de Ralis, que neste próximo sábado vai até S. Pedro de Moel com o Rallye Vidreiro.
Mesmo assim a equipa nunca baixou os braços e logo após o Rali Castelo Branco começaram a trabalhar afincadamente no Mitsubishi EVO VI que para a próxima prova em pisos de asfalto conta já com algumas melhorias, que irão tornar a rápida equipa ainda mais competitiva.
Como nos refere o piloto de Sintra “ Trabalhamos imenso no carro, voltamos a rever tudo e montamos muito material novo para que tudo esteja em pleno no Vidreiro. Vamos com algumas melhorias no carro, principalmente a nível de motor que nos permite ser ainda mais competitivos, mas temos que sobretudo recolher o máximo de pontos. Queremos fazer um bom rali, quer no Open, no Júnior e no Regional Centro e tentar recuperar os pontos perdidos das duas últimas provas. Vamos dar o nosso melhor e esperar que tudo corra bem”.
Daniel Nunes e Daniel Amaral já provaram ser uma das melhores equipas do Open de Ralis, sendo uma equipa que conjuga sempre da melhor forma um andamento rápido, com muito espectáculo à mistura. No Vidreiro, mesmo com muitos candidatos à vitória, são uns dos favoritos ao triunfo, sobretudo se contarmos com os pisos molhados.
O Rallye Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Nuno Coelho procura o top5

Na Marinha Grande e em S. Pedro de Moel irá ter palco este próximo fim-de-semana a quarta ronda do Campeonato Open de Ralis e também a terceira jornada do Desafio ModelStand, na edição de 2012 do Rallye Vidreiro.

A prova em pisos de asfalto, será uma nova etapa para a dupla Nuno Coelho e Pedro Alves que arrancam com aspirações renovadas a ascender a um lugar nos cinco primeiros na competição monomarca.

Como nos refere o piloto “ Este inicio de época não tem sido fácil, onde temos tido alguns azares mecânicos com o carro que não nos permitiu andar como queríamos. No Vidreiro vamos com aspirações renovadas, sobretudo porque o carro foi recentemente alvo de uma revisão que acho que nos vai permitir andar ainda melhor e ser mais competitivos. A nossa meta é andar dentro dos cinco primeiros, mas acima de tudo queremos por um ponto final nos azares e fazer um bom rali para garantir o máximo pontos para o troféu”.

No Rallye Vidreiro Nuno Coelho e Pedro Alves irão estar inseridos na equipa Carlos Matos Competições, que são agora os responsáveis pelo suporte técnico do Peugeot 206 Gti no decorrer da temporada.
O Rallye Vidreiro terá um total de seis troços cronometrados, totalizando 142 quilómetros, dos quais 55.60 em troços cronometrados. O programa da prova terá uma dupla passagem pelos troços da Marinha Grande, S. Pedro Moel e Farol de S. Pedro. O pódio final está previsto para as 21h15 na Marinha Grande.

Luís Mota de EVO VII no Vidreiro

Após três jornadas do Campeonato Open de Ralis, a Competisport tem já agendado o regresso do seu Mitsubishi EVO VII para o Rallye Vidreiro, prova em pisos de asfalto que se irá desenrolar em S. Pedro de Moel.
A prova a cargo do Clube Automóvel da Marinha Grande, o Rallye Vidreiro, será essencialmente para a dupla Luís Mota e Alexandre Ramos como um teste pois será o primeiro desafio em competição deste que o 4x4 foi evoluído.
A Domingos Sport esteve estes últimos meses a evoluir o EVO, tornando-o minimamente competitivo para permitir ao piloto do Cartaxo lutar pela vitória no Open de ralis.
Para a equipa este primeiro rali o importante é rodar com o carro e ter umas primeiras noções das melhorias do mesmo, pois apenas ainda se efectuou um pequeno teste para os técnicos conseguir ter o melhor setup para os pisos de asfalto. De futuro a equipa irá utilizar este EVO VII em todas as provas de asfalto, ficando o EVO IV para as provas em pisos de terra.
Como nos refere Luís Mota “Vamos para o rali centrados em rodar com o carro, pois irá ter certamente reações totalmente diferentes às que tinha antes. Este é um rali onde costumamos ter sorte e onde já vencemos várias vezes, onde logicamente, se o carro nos permitir não colocamos de lado um bom resultado”.
Para a dupla que no momento ocupa a segunda posição do Open de Ralis, os seus objetivos fixam-se também no Regional Centro, onde a equipa venceu a primeira prova, o Rali de Castelo Branco, partindo assim para o Vidreiro na liderança do Campeonato.
O Rallye Vidreiro disputa-se apenas durante a tarde de sábado tendo as equipas que disputar uma dupla passagem pelos troços Marinha Grande, S. Pedro de Moel e Farol de São Pedro “100 anos”, o que totaliza 55,60 quilómetros em troços, e 142,34 no percurso total do rali.

Helder Oliveira apostado em vencer no Ervideira Rali TT

Depois de em 2011 e naquela que foi a sua única participação desportiva, ter alcançado um brilhante segundo lugar na 25ª edição da Baja Portalegre 500, a jornada portuguesa da Taça do Mundo, o piloto de Barcelos Helder Oliveira regressa às competições no Ervideira Rali TT onde, aos comandos de uma Nissan Navara Off Road, se apresenta com naturais ambições de lutar pela vitória.
Sem um programa desportivo definido para esta temporada, Helder Oliveira quer aproveitar da melhor forma a oportunidade de poder pilotar na prova alentejana a excelente máquina que pertence a Paulo Graça para, com José Marques a seu lado, tentar discutir a vitória na segunda prova do Campeonato de Portugal.
Com o resultado alcançado na Baja de Portalegre fiquei muito motivado para regressar de uma forma mais assídua às competições e tentei montar um programa para efectuar todo o CPTT. Mas, infelizmente, os apoios continuam a ser escassos, pelo que me resta participar de forma pontual. O Ervideira era uma das provas que estava nos meus horizontes. O facto de o Paulo não poder participar gerou uma excelente oportunidade que vou tentar aproveitar da melhor maneira, salienta Helder Oliveira que acrescenta: “Para o Ervideira vou contar com o importante apoio da estrutura da MRacing, que dá assistência à Nissan, e com o José com o qual já tenho um longo historial de participações. Irei fazer um shakedown para me adaptar à Nissan que estou certo ser uma máquina com potencial para me permitir lutar pela vitória numa prova de que gosto muito”.
O Ervideira Rali TT será disputado no seu formato habitual, de dupla passagem por um sector seletivo com cerca de 150 quilómetros, que terá lugar no Domingo dia 22, depois de, na véspera, terem sido realizadas as verificações administrativas e técnicas, bem como a dupla passagem pela Super Especial de 5 quilómetros na Herdade da Ervideira.

MR Team inicia época no Rally Vidreiro

É já neste Sábado, no Rally Vidreiro que a MR Team irá estrear o novo Opel Corsa OPC.  A viatura será conduzida por Paulo Moreira que contará nesta prova com a navegação de João Vieira e desta forma inicia a participação no Campeonato Open de Ralis de 2012.
Esta prova será abordada de uma forma muito cautelosa e servirá como um treino e preparação para as restantes provas do campeonato, uma vez que a viatura ficará pronta na véspera do rali.
O Opel Corsa OPC irá sofrer algumas evoluções ao nível de travões, motor e caixa para o próximo rali, o Rali Targa Vieira do Minho, com Daniel Ribeiro.
A MR Team irá participar no Open de Ralis com Paulo Moreira e na Taça de Portugal de Ralis com Daniel Ribeiro onde ambos partilham o Opel Corsa OPC.
A viatura foi montada pela Monteiros Racing Team e será assistida por esta mesma estrutura. Paulo Moreira e Daniel Ribeiro estão confiantes nas potencialidades do Opel Corsa OPC que, na sua máxima força, deverá disponibilizar 230 cv de potência às 6.000 rpm e 330 Nm de binário, suspensões Öhlins e travões AP.
A MR Team conta neste projeto com o apoio da Caetano Technik, BCA Portugal, ENI, Sópneus, Biodouro, Credibom, Leatronic, Irmscher, Tintauto, NSA Portugal, Grafite Serviços publicitários, Bompiso, Intermarché Fafe, Andromeda, DM higiene industrial e Moveis Carlos Alfredo.

O 30º Raid Transportugal Accenture - Vodafone começa este fim-de-semana

Está prestes a arrancar mais um Raid Transportugal Accenture - Vodafone que este ano completa a sua 30ª edição. O mais famoso e antigo passeio de todo-o-terreno de Portugal vai trilhar, entre 14 e 15 de Abril, diferentes caminhos do Alentejo mantendo sempre a sua filosofia dum raid fora de estrada a rolar ao sabor da aventura e da descoberta.
As belas planícies alentejanas serão, uma vez mais, o pano de fundo do Transportugal. Aliás, desde a 1ª edição em 1984, o Alentejo esteve várias vezes presente neste evento e, os responsáveis, José Megre e Pedro Vilas Boas, descobriram nas terras alentejanas potencialidades que ainda hoje justificam a aposta no sul do país. A 30ª edição do passeio regressa a esta região para, desta vez, percorrer cerca de 350 km de road book divididos em mais de 200 quilómetros na primeira etapa e cerca de 140 na segunda.
A 1ª etapa desenrola-se a nordeste de Évora, “toca” a barragem do Alqueva e visita as cidades de Vila Viçosa e Borba, para além de passagens pelo Redondo, Terena e outras aldeias. A serra d’Ossa quebrará a monotonia das planícies e trará com certeza outros desafios!
A 2ª etapa, que se desenrola no domingo, segue para sul de Évora nas grandes planícies e herdades do sul. Caso se verifique queda de chuva, este percurso passará de fácil a difícil com apenas algumas “gotas”.
Entre os 250 participantes inscritos figuram nomes como Pedro Villas Boas - sócios fundador do Clube Aventura juntamente com José Megre, Luís Lourenço também sócio-fundador e atual vice-presidente, João Aragão Teixeira e Lourenço Rosa, ambos pilotos de automóveis, Carlos Rolla e Rodrigo Amaral, ambos pilotos de todo-o-terreno.
As provas especiais de navegação e regularidade, transposição de obstáculos e diversos exercícios de campo farão também parte desta 30ª edição do Raid Transportugal e serão focos de animação para este raid.
A 30ª edição do Raid TRANSPORTUGAL Accenture - Vodafone será, assim, mais um importante marco na longa história de um passeio carregado de tradições que conta uma vez mais com o apoio da Accenture e o regresso da Vodafone que, em conjunto, tornaram possível a organização de mais uma edição do primeiro grande evento do Clube Aventura.

Para mais informações contactar: 912 202 768 ou info@clubeaventura.pt

Respol Racing Team no Rali Vidreiro a jogar "em casa"

O Rali Vidreiro que se realiza no próximo Sábado dia 14, será a quarta jornada do Campeonato OPEN de Ralis, e vai colocar literalmente a jogar “em casa” as duas equipas da Respol Racing Team, nas classificativas da mata de S. Pedro de Moel no concelho da Marinha Grande.
André Marques é de Leiria e conhece muito bem as estradas de asfalto deste rali, organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, que propõe este ano uma estrutura de prova muito compacta, proporcionando ao público um espectáculo constante com muitas passagens a poderem ser incluídas na “agenda” dos adeptos dada a proximidade geográfica entre as diversas classificativas.
André Marques e Hugo Magalhães estão bastante optimistas para esta sua participação, depois do bom resultado obtido em Castelo Branco, deixando claros sinais de que a equipa está a crescer em competitividade com o Peugeot 206 S1600.
Para o piloto, “é um rali que não tem segredos para mim, vivo muito perto daqui e será a prova onde estarei mais à vontade para dar o meu melhor. Queremos estar na discussão dos cinco primeiros lugares, sempre atento às armadilhas do percurso do pinhal mas com o espírito de “maximum attack” sempre presente. A classificativa nocturna no final do rali pode ajudar a baralhar as contas de muitas equipas, mas quanto a nós estou muito confiante num bom resultado e vou atacar desde cedo para atingirmos o nosso objectivo de pontuar o máximo para o OPEN.”
Sérgio Vaz e Bino Santos marcam de novo presença, depois da desistência no rali anterior devido a uma saída de estrada que determinou o final precoce numa prova que estava a ser muito boa para a equipa que disputa o Troféu Modelstand, e que já deu mostras claras de ser rápida e eficiente.
O piloto de Torres Novas conhece igualmente muito bem o percurso da prova e as suas palavras não demonstram que a confiança da equipa tenha sido abalada, pois afirma que “queremos recomeçar no ponto exacto em que estávamos antes do incidente de Castelo Branco. A rapidez estava patente e a luta pelos lugares da frente do troféu era uma já uma certeza, e não vou desperdiçar a oportunidade de correr em S. Pedro de Moel sem cautelas excessivas. Vamos partir desde logo com um ritmo elevado, focados no objectivo de andar na frente, com o novo Peugeot 206 Gti de que dispomos.”
O rali Vidreiro terá seis especiais de classificação em asfalto, num total de 142 quilómetros de extensão, 55 dos quais cronometrados. A prova tem o seu arranque marcado na Marinha Grande ás 14 horas de Sábado, terminando previsivelmente por volta das 21h15 no mesmo local.

Rali Vidreiro é próximo desafio de Rui Garcia

Rui Garcia regressa às lides dos ralis após um interregno de quase 5 meses desde a sua última prova, inscrevendo de novo o seu Seat Marbella no grupo de concorrentes ao Troféu Fastbravo.
Apesar do tempo de inactividade, o piloto de Vila Nova de Gaia, navegado por Luis Sá, assume como principal objectivo no Rali Vidreiro a vitória no troféu, certo de que rapidamente encontrará um bom ritmo de prova num rali que conhece bem, e de que gosta bastante, estando desde já previsto uma sessão de testes na Sexta-feira que antecede a prova, visando a readaptação da equipa às exigências do pequeno Marbella.
Para Rui Garcia, “é sempre bom correr nesta região, onde os ralis são já uma tradição e onde o espectáculo está sempre garantido. Conto disputar o troféu Fastbravo até ao final da época embora já tenha decorrido uma jornada do mesmo, mas como podemos rejeitar uma pontuação do total de ralis previstos, creio que não será crítico para nós arrancarmos só agora, pois ainda está tudo em aberto.”
“Vou fazer uso da nossa experiência com o Marbella, e por isso temos como objectivo único vencer no troféu já neste rali. Estive parado desde Novembro, e é importante recuperar competitividade, daí termos o teste em agenda, para nos apresentarmos na nossa máxima força. Este ano pode ainda surgir um projecto de maior dimensão para mim, do qual ainda não quero revelar muitos detalhes, mas espero cumprir a época do Fastbravo até ao final pois os calendários de prova permitem que isso venha a acontecer .”
“Temos expectativas fundadas em poder lutar pela vitória no troféu, a luta será como habitualmente muito acesa, a concorrência é aguerrida, mas sabemos que é possível aspirar a vencer. Conheço grande parte do rali, se chover será bastante complicado com os pneus que usamos no troféu mas sendo igual para todos vencerá o melhor a superar as dificuldades. Chegar ao fim, pontuar muito e esperar pela fiabilidade do carro é o que desejo.”
O Troféu Fastbravo sai para a estrada pela segunda vez esta época, depois do Rali Coração D’Ouro já realizado. Na Marinha Grande e S. Pedro de Moel, os concorrentes vão percorrer seis classificativas de asfalto a partir das 14 horas de Sábado dia 14, prevendo-se o final da prova para as 21h15 .

André Cabeças regressa no Vidreiro

André Cabeças vai alinhar este Sábado no Rali Vidreiro, prova pontuável para o Campeonato OPEN de Ralis, surgindo pela segunda vez esta época aos comandos do competitivo Volkswagen Golf Kit-Car, mas que surgirá em S. Pedro de Moel com novas evoluções mecânicas que prometem tornar o carro ainda mais competitivo e pronto a lutar pelas primeiras posições da classificação geral do rali.
O piloto da HighBrand, assume que “esta é uma das minhas provas favoritas, já por várias vezes aqui disputei ralis e gosto bastante do traçado e dos desafios que o mesmo nos coloca. Este ano ainda mais, pois o rali é extremamente compacto, e desde já congratulo o organizador pela prova que desenhou, pois vai agradar quer ás equipas quer ao público. Como piloto amador que sou e que anda cá pelo gosto da competição automóvel, é um rali muito fácil de treinar, muito limitado em relação ao tempo que nos ocupa fora das obrigações profissionais e isso só pode ser registado com apreço.”
Já sobre as expectativas para a prova, o piloto de Lisboa afirma que “espero estar ainda mais rápido do que no Rali Montelongo no início da época. O carro recebeu um novo diferencial e a caixa de velocidades recebeu também novos componentes, para além de outras pequenas mudanças que tenho a certeza nos vão tornar mais competitivos, mas o ideal para manter as lutas em aberto até ao final era que não chovesse para se equilibrar o andamento entre os carros de duas rodas motris e os de tracção integral. Se chover, será muito mais difícil mas não deixo de assumir que gostaria de lutar pelo pódio neste rali e creio ter agora as condições ideais para o fazer.”
André Cabeças terá como co-piloto neste rali Júlio Sousa, sendo esta mais uma das novidades da equipa para o Rali Vidreiro, evento que começa no Sábado ás 14 horas na Marinha Grande e que fará os concorrentes percorrerem 142 quilómetros de percurso, divididos por seis especiais de classificação em asfalto totalmente desenhadas no interior da belíssima Mata de S. Pedro de Moel.